plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Família de investigador quer processar o Estado

A revolta causada pela morte do investigador Valdemir Oliveira pode levar a família do oficial a entrar com um processo contra o Estado. “Acreditamos que o policial militar que atirou nele ainda não estava preparado para exercer a função. Por isso, o úni

twitter Google News

A revolta causada pela morte do investigador Valdemir Oliveira pode levar a família do oficial a entrar com um processo contra o Estado.

“Acreditamos que o policial militar que atirou nele ainda não estava preparado para exercer a função. Por isso, o único culpado é o Estado que colocou um cara desequilibrado para trabalhar”, desabafou o irmão da vítima, Nadson Oliveira.

Chefe de operações da Superintendência Regional do Xingu, o investigador Valdemir Oliveira recebeu muitas homenagens no velório, que aconteceu nesta segunda-feira em Altamira.

O policial morreu no último domingo, por volta das 16h30, após ficar 15 dias em coma profundo no Hospital Regional da Transamazônica, no município de Altamira.

ENTENDA O CASO
Na madrugada do dia 12 de setembro, Valdemir foi baleado no abdômen pelo soldado do 16° Batalhão da PM, Marcelo Elizeu Gomes, 25. O escrivão Rogério Pereira Aguiar, também foi atingido na perna.

Tudo começou quando os policiais civis receberam a denúncia de que um homem com problemas psiquiátricos estaria na frente da Superintendência Regional da Polícia Civil com uma faca, ameaçando as pessoas. Para intimidar o acusado, que tentava invadir a unidade policial, o investigador disparou um tiro para cima.

Nesse momento o soldado que estava no segundo andar do prédio, onde funciona a ZPol, saiu correndo e como não reconheceu os policiais, disparou contra eles, pensando que eles estivessem agredindo o rapaz.

O PM não ajudou os colegas e ainda, transtornado, quebrou a unidade policial e se trancou na sala da ZPol, até a chegada de uma guarnição da PM. Marcelo foi detido e autuado no mesmo dia pelo delegado e superintendente Francisco Pinto, por crime de tentativa de homicídio.

Segundo a família, o PM seria desequilibrado mentalmente e com um histórico que muitos conhecem em Altamira. “Ficamos sabendo que ele passou pelo exército, mas foi expulso por mal comportamento. Ele é problemático, já se meteu em várias confusões em Altamira. Quem nos contou isso, foram os próprios amigos que andavam com ele antes dele entrar na polícia. Por isso dizemos que não fizeram uma avaliação séria, no momento que estavam aplicando os testes para saber se o policial estava apto para ter uma arma na mão”, observou Nadson Oliveira. (Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!