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POLÍCIA

Quadrilha de falsa advogada é denunciada no Pará

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça um grupo de sete pessoas acusadas de formar quadrilha para tentar fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Altamira, no Pará. Denunciou, também, mais dois por receptação dos recursos r

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça um grupo de sete pessoas acusadas de formar quadrilha para tentar fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Altamira, no Pará.

Denunciou, também, mais dois por receptação dos recursos recebidos dos interessados em obter os benefícios, remetidos por integrantes da quadrilha. O grupo, comandado por uma falsa advogada, chegava a cobrar R$ 5 mil por “atendimento”. Caso condenados, os acusados podem pegar até 4 anos e 8 meses de prisão mais multas e ampliação da pena devido a agravantes e a majorantes, como o crime continuado.

A denúncia, assinada pelo procurador da República Bruno Alexandre Gütschow, foi encaminhada à Justiça Federal em Altamira na última sexta-feira (12). O grupo é acusado por estelionato, formação de quadrilha, e sua mentora ainda por falsa identidade.

A líder da quadrilha, Maria Nascimento Pereira, responde a mais de 40 inquéritos na Polícia Federal (PF). Desde maio ela está no Centro de Recuperação de Altamira. A prisão preventiva foi decretada depois que investigações da PF apontaram que a acusada chefiava o grupo.

Maria Pereira, conhecida também como Maria Pontes, fazia se passar por advogada especializada em questões previdenciárias e conquistava as vítimas dizendo que tinha influência junto a servidores do INSS ou que poderia suborná-los.

“Demonstrando ser pessoa bem instruída e com alto poder de convencimento, procurava passar segurança às vítimas. Era a própria denunciada quem administrava o esquema criminoso em Altamira, atendendo pessoalmente as vítimas, prometendo-lhes o benefício previdenciário e convencendo outras pessoas a lhes trazer mais vítimas
em troca de recompensas”, relata o procurador da República no texto da denúncia.

Quando as vítimas não podiam pagar a quadrilha em dinheiro, muitas vezes acabavam dando móveis e eletrodomésticos para os criminosos, na esperança de conseguirem benefícios do INSS. Em depoimentos, as vítimas contaram que até televisores e pneus de carros foram cedidos em forma de pagamento.

(Assessoria do MPF-PA)

Quadrilha de falsa advogada é denunciada no Pará por estelionatoMPF pede condenação de grupo que prometia conseguir benefícios do INSSem AltamiraO Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça um grupo desete pessoas acusadas de formar quadrilha para tentar fraudar oInstituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Altamira, no Pará.Denunciou, também, mais dois por receptação dos recursos recebidos dosinteressados em obter os benefícios, remetidos por integrantes daquadrilha. O grupo, comandado por uma falsa advogada, chegava a cobrarR$ 5 mil por “atendimento”. Caso condenados, os acusados podem pegaraté 4 anos e 8 meses de prisão mais multas e ampliação da pena devidoa agravantes e a majorantes, como o crime continuado.A denúncia, assinada pelo procurador da República Bruno AlexandreGütschow, foi encaminhada à Justiça Federal em Altamira na últimasexta-feira,12 de novembro. O grupo é acusado por estelionato,formação de quadrilha, e sua mentora ainda por falsa identidade.A líder da quadrilha, Maria Nascimento Pereira, responde a mais de 40inquéritos na Polícia Federal (PF). Desde maio ela está no Centro deRecuperação de Altamira. A prisão preventiva foi decretada depois queinvestigações da PF apontaram que a acusada chefiava o grupo.Maria Pereira, conhecida também como Maria Pontes, fazia se passar poradvogada especializada em questões previdenciárias e conquistava asvítimas dizendo que tinha influência junto a servidores do INSS ou quepoderia suborná-los.“Demonstrando ser pessoa bem instruída e com alto poder deconvencimento, procurava passar segurança às vítimas. Era a própriadenunciada quem administrava o esquema criminoso em Altamira,atendendo pessoalmente as vítimas, prometendo-lhes o benefícioprevidenciário e convencendo outras pessoas a lhes trazer mais vítimasem troca de recompensas”, relata o procurador da República no texto dadenúncia.Quando as vítimas não podiam pagar a quadrilha em dinheiro, muitasvezes acabavam dando móveis e eletrodomésticos para os criminosos, naesperança de conseguirem benefícios do INSS. Em depoimentos, asvítimas contaram que até televisores e pneus de carros foram cedidosem forma de pagamento.
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