Após mais de um mês de buscas, finalmente a Polícia identificou o que aconteceu com o oleiro ceramista, Raimundo José da Cruz e Silva, 43 anos.
Ele foi morto a pauladas e golpes de arma branca e posteriormente teve o corpo jogado dentro de um barreiro na olaria, área de várzea localizada entre a ponte e a Marabá Pioneira.
A investigação, em princípio foi feita pelo sargento Josiel Alves, lotado no 4º Batalhão de Polícia Militar. Ele disse que foi contratado por alguns amigos de Raimundo José que relataram o súbito desaparecimento dele.
Ao constatar a denúncia, o militar disse que desconfiou do comportamento de três pessoas que trabalhavam com o Raimundo José, pois um deles, Messias da Silva 26 anos, vendia o patrimônio do então desaparecido.
Desconfiado dos três suspeitos, Alves, juntamente com investigadores da Divisão de Homicídios, no domingo foram até a olaria e encontrou Erinaldo da Conceição Sales 21 e Enos Correa da Silva. Leia mais no Diário do Pará
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