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POLÍCIA

Operação Ogiva prende quatro em Castanhal

Mais de R$ 60.000,00 apreendidos em droga e quatro pessoas presas. Esse foi o resultado da “Operação Ogiva 2010” realizada na tarde de ontem (25), no município de Castanhal, nordeste do Pará. Sob o comando dos delegados Alberto Teixeira e Samuelson I

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Mais de R$ 60.000,00 apreendidos em droga e quatro pessoas presas. Esse foi o resultado da “Operação Ogiva 2010” realizada na tarde de ontem (25), no município de Castanhal, nordeste do Pará.

Sob o comando dos delegados Alberto Teixeira e Samuelson Igaky, os investigadores Nelson, Leonardo, Edilson e Olímpio do Grupo de Combate ao Crime Organizado prenderam na tarde de ontem (25), quatro pessoas acusadas de tráfico de drogas. As prisões foram efetuadas por volta do meio-dia, nos municípios de Belém, Santa Izabel e Castanhal e foram fruto da operação “Ogiva 2010”, que durante um mês investigou os passos dos criminosos por meio do núcleo de inteligência da Polícia Civil.

A quadrilha, liderada por um homem identificado como Sérgio Mendes Lira, o “Nego Sérgio”, tinha como principal fornecedor de entorpecentes, Marcos César Vazque Pinheiro, o “Marquinho Digital”. Além de fornecedor, Marquinho também seria sócio de Nego Sérgio no tráfico.

A quadrilha tinha um esquema de distribuição de drogas bem montado. No município de Santa Izabel, por exemplo, o responsável pela distribuição nas “bocas de fumo” era Carlos Alberto dos Santos, o “Beto”. O homem também era “tesoureiro” do dinheiro proveniente do tráfico, assim como guardião das armas que a quadrilha possuía.

Durante a operação, foram presos: Sérgio Mendes Lira, Carlos Alberto dos Santos, Eliliane Teixeira da Costa e Rosilene Correa Santana.

Segundo as investigações policiais, cada um dos acusados tinha um papel bem definido dentro da quadrilha. Sérgio era quem comandava as ações do grupo, Carlos Alberto cuidava do dinheiro oriundo do tráfico e as “mulas” (pessoas que fazem o transporte da droga), Eliliane e Rosilene.

A prisão dos quatro acusados, aconteceu depois que os policiais tomaram conhecimento de que o chefe da quadrilha teria contratado Rosilene para que ela fosse a Belém buscar drogas com “Marquinho Digital” dos a equipe encontrou cerca de 700 gramas de “pedra de óxi”.

No momento da prisão, Rosilene confessou aos policiais que receberia R$ 200,00, para buscar a droga na casa de “Marquinho Digital”, que mora no bairro de Canudos, em Belém. Ele não foi localizado. No local, os policiais encontraram mais um quilo de “pedra de óxi”. O material foi apreendido. (Diário do Pará)

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