Mais duas pessoas envolvidas com o tráfico de drogas foram presas, neste final de semana, em Tomé-Açu, região nordeste do Pará. As prisões foram realizadas pela guarnição de policiais militares, da 14ª Companhia Indepedente da PM, formada pelos cabos Samir Alailson, Nilton César e Wilson de Lima, sob comando do major Mascarenhas. Os agentes apresentaram na Delegacia de Polícia Civil de Tomé-Açu Elizadeth Mendes Vaz, de 28 anos, e o namorado dela, Edson Vando Ramos de Sousa, 18. Residente na Rua Hermes de Carvalho, bairro Tá Bom, periferia de Tomé-Açu, Elizadeth é dona de um estabelecimento de nome "Bar da Deth", local suspeito de ser ponto de revenda de drogas.
O imóvel fica em frente à escola municipal Padre Vasco Milani. Ambos são moradores em Tomé-Açu. As prisões em flagrante foram efetuadas enquanto a guarnição dos policiais militares realizava rondas no distrito de Quatro Bocas. Os agentes receberam denúncia anônima de que um homem suspeito estaria em uma motocicleta, de cor preta e sem placa, vendendo drogas às proximidades do ginásio da escola. Assim, os policiais foram até o local e ali conseguiram prender, inicialmente, Edson Vando. Com ele, uma "trouxa" de "maconha" e a quantia de R$ 309 foram encontrados. Interrogado sobre os ducumentos do veículo, Edson respondeu aos policiais que a motocicleta pertenceria a Elizadeth.
Os policiais foram ao bar e, após uma revista no local, encontraram debaixo da cama de Elizadeth, um "tijolo" de maconha prensada. Assim, os dois foram conduzidos pelos policiais para a Delegacia, onde foram apresentados ao delegado Fábio Veloso de Castro. Com apoio do escrivão Simbá, o delegado autuou a dupla por tráfico de drogas, com base no artigo 33, da lei n°. 11.343/06. Ainda, na Delegacia, Edson Vando disse ao delegado que havia vendido 25 “petecas” de pasta-base de cocaína, em Quatro Bocas. Cada “peteca” seria comercializada por R$ 10. O produto ilícito teria sido fornecido por um traficante do município de Concórdia do Pará. No entanto, Edson negou ter informações que podem levar à prisão do fornecedor.
Ele alegou ainda que a namorada não tem participação no crime. Porém, ele não soube explicar porque estava na motocicleta da acusada. O veículo era utilizada por ele para vender drogas na área. O veículo, o dinheiro e a droga foram apreendidos no ato do flagrante foram encaminhados à Justiça, como parte das provas do crime, cuja pena prevista é de reclusão de cinco a 15 anos de reclusão além de multa. (DOL, com informações da Polícia Civil)
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