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POLÍCIA

Empresário paraense é preso por falsificação

Policiais do GPE (Grupo de Pronto Emprego), da Polícia Civil do Pará, prenderam um empresário paraense, no início da manhã de ontem, acusado de envolvimento em crimes de falsificação de documentos e contra a ordem tributária. A prisão compôs a operação

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Policiais do GPE (Grupo de Pronto Emprego), da Polícia Civil do Pará, prenderam um empresário paraense, no início da manhã de ontem, acusado de envolvimento em crimes de falsificação de documentos e contra a ordem tributária. A prisão compôs a operação “Zona Franca”, deflagrada pelas Secretarias de Defesa Social e da Fazenda de Pernambuco, bem como o Ministério Público daquele estado.
Everson Farias Lopes, proprietário de uma Transportadora e Agência de Turismo Comercial localizada na rua do Mundurucus, em Belém, é um dos 19 cidadãos que tiveram a prisão preventiva decretada pelo Juiz da Comarca do município de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco. Ele foi preso dentro da própria empresa. Além disso, 28 mandados de busca e apreensão domiciliar também foram expedidos e cumpridos em outros municípios.
A determinação da Justiça é baseada em investigações desenvolvidas pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária, da Polícia Civil de Pernambuco. O trabalho de apuração teve início em abril deste ano e se concentrou no polo de confecções do agreste pernambucano, que abrange os municípios de Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Nazaré da Mata.
Conforme as investigações, uma quadrilha atuava no referido polo de confecções para facilitar a comercialização de notas frias, assim como a aquisição e venda de mercadorias, sem o recolhimento de impostos. Diante da imprensa, Everson Lopes declarou que desconhece o motivo de sua prisão. “Nem cheguei a ser intimado. Só fiquei sabendo desse mandado de prisão agora”.
DEFESA
Entretanto, o empresário reconheceu que sua empresa organiza viagens comerciais para o município de Santa Cruz do Capibaribe. Na Seccional de São Brás, para onde Everson Lopes foi conduzido, o advogado dele, Wiliam Magalhães, afirmou que seu cliente é inocente. “Ele é um empresário idôneo e está apenas na condição de suspeito. Iremos provar a inocência dele”, garantiu. (Diário do Pará)

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