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POLÍCIA

Caso Cíntia: Ezequiel será interrogado pelo juiz

O juiz Cláudio Henrique Rendeiro, presidente do 3º Tribunal do Júri da Capital agendou para o dia 13 de dezembro, a audiência de instrução que responde o estudante Ezequiel Callado, 19 anos, acusado de participar da morte de Cíntia Oliveira, 16 anos.

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O juiz Cláudio Henrique Rendeiro, presidente do 3º Tribunal do Júri da Capital agendou para o dia 13 de dezembro, a audiência de instrução que responde o estudante Ezequiel Callado, 19 anos, acusado de participar da morte de Cíntia Oliveira, 16 anos. Participam da audiência o promotor de justiça Manoel Murrieta e Tavares, representando a Justiça Pública, autora do processo penal.
O defensor público Rafael Sarges está habilitado para promover a defesa do estudante, devendo também estar presente à audiência, marcada para iniciar às 09h30. Na ocasião serão colhidos depoimentos de nove testemunhas, sendo que oito delas são comuns da promotoria e defesa. Só após ouvir as oitivas das testemunhas é que o juiz irá interrogar o acusado.
Os dois adolescentes que participaram na morte da colega, no interior de um cemitério desativado, no bairro do Bengui, periferia de Belém serão apresentados para depor. Eles cumprem medidas socioeducativas de internação em meio fechado por participação na morte de Cíntia. A jovem Nacy Amorin, 18 anos, que chegou a ser investigada por suposta participação no planejamento do crime, ficando presa por aproximadamente 60 dias, também comparecerá à audiência para depor.
Cinco adolescentes, colegas da jovem que atraiu a vítima até o cemitério serão também ouvidas na Justiça. Elas comparecerão acompanhadas pelos pais ou responsáveis por serem menores de 18 anos. Já o blogueiro Marcus Vinícius Saraiva da Fonseca, de Porto Alegre/RS, que gravou a confissão do acusado, será ouvido por carta precatória.
Para o promotor de justiça “não há dúvidas sobre a participação do réu no crime”. Ele adiantou que até onde conhece o processo acredita que o estudante deverá ser submetido ao tribunal do júri. O representante do MP também entende que Callado terá que permanecer preso, uma vez que, “o crime que cometeu abalou a ordem pública”. (Diário do Pará, com informações da ASCOM do Tribunal de Justiça)

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