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POLÍCIA

DRCO abre inquérito para apurar morte de menino

Já foi aberto inquérito na corregedoria da Polícia Civil para apurar se houve excesso na operação que acabou na morte de Denilson Corrêa, de 11 anos, na manhã de hoje (1°) no Tapanã. A informação foi dada pelo delegado Luis Xavier, diretor da DRCO (Divi

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Já foi aberto inquérito na corregedoria da Polícia Civil para apurar se houve excesso na operação que acabou na morte de Denilson Corrêa, de 11 anos, na manhã de hoje (1°) no Tapanã. A informação foi dada pelo delegado Luis Xavier, diretor da DRCO (Divisão de Repressão ao Crime Organizado) durante coletiva hoje a tarde. A vítima foi atingida por uma bala perdida na cabeça.

A operação, que era para prender uma quadrilha de assaltantes a banco, foi realizada em Belém, Castanhal e Capitão Poço. Uma pessoa foi presa em Capitão Poço e 5 foram presas no bairro do Tapanã, em Belém. Entre eles, o pastor Gleidson Glemerson Soares Gomes que era o 'mentor religioso' e logístico da quadrilha. Ele receptava os celulares e chegava a celebrar cultos de proteção antes dos assaltos.

Foram presos Adriana Cristina Correa de Oliveira, Roberto Reis da Silva Correa, Jair Marcelo Oliveira da Silva e Patrick Tavares Gomes. A polícia ainda prendeu no final da tarde um outro integrante de prenome “André”.

Ao todo eram 9 integrantes da quadrilha, Rubenilson de Melo Souza, e Antônio Jorge Pinheiro dos Santos, foram mortos na troca de tiros com a polícia e Marco Antônio Tavares Gomes conseguiu fugir. Eles estavam sendo investigados há seis meses.

Com a quadrilha, a polícia apreendeu duas metralhadoras, 18 celulares, uma pistola ponto 40, dois revólveres calibre 38, várias munições, dois veículos, uma moto, várias jóias e um cofre.

Vítima

O corpo de Denilson Côrrea está sendo velado na casa da família no Tapanã.

De acordo com informações da assessoria do IML, o tiro entrou na cabeça e atingiu a medula. O projétil não foi encontrado, então não haverá perícia de balística. O laudo sairá em 15 dias.

Direitos

A assessoria da Ordem dos Advogados do Brasil- PA, sessão ligada aos direitos humanos, afirmou que em casos específicos a ordem se pronuncia somente se a família buscar auxílio. Em casos amplos, a OAB se pronuncia sem provocações.

(Sâmia Maffra com informações do Diário do Pará)

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