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POLÍCIA

Polícia tira 30 mil itens pirateados do comércio

Época de Natal, tempo de fazer compras, mas a criançada gosta mesmo é de brinquedo. E aqueles pais que, por algum motivo economizam e optam por um boneco pirata, por ser mais em conta, sofreram um duro golpe ontem. Representantes de uma empresa internacio

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Época de Natal, tempo de fazer compras, mas a criançada gosta mesmo é de brinquedo. E aqueles pais que, por algum motivo economizam e optam por um boneco pirata, por ser mais em conta, sofreram um duro golpe ontem. Representantes de uma empresa internacional, no Brasil, acionou a Polinter para agir contra a comercialização desses produtos. Na manhã de ontem, a polícia local programou uma operação e apreendeu 35 mil itens no centro comercial de Belém.

Roossevelt Senra, representante da Cartoon Network e Warner Bros no Brasil, acionou à polícia a partir da identificação do grande número de vendas de produtos falsificados. “Nós temos uma equipe que faz esse tipo de fiscalização e foi detectado o grande número de brinquedos falsos com a nossa marca”, explicou.

A partir disso foi montada a operação e, na manhã de ontem, uma equipe da Polinter fez apreensão em cinco estabelecimentos comerciais no centro comercial de Belém. Todos os brinquedos falsos foram retirados da loja e levados para a Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe).

O delegado Albertino Santos Filho informou que os brinquedos estão à disposição da Justiça e futuramente serão destruídos. “Esses brinquedos são piratas e não possuem a mesma qualidade que a empresa original, muitos podem causar danos à saúde”.

A operação vai permanecer até o final do mês de janeiro, eles pretendem tirar de circulação do mercado todos os brinquedos falsos disponíveis em pontos comerciais e nos camelôs.

“PREJU”
Aproximadamente 20 bilhões de reais é a quantia do prejuízo da empresa por conta da venda desses produtos piratas. Roosevelt Senra explicou que a empresa gasta com pesquisas para comercializar um produto com qualidade e segurança às crianças, mas as empresas piratas não estão preocupadas com isso. Elas simplesmente fazem a imitação do produto e fazem a venda. (Diário do Pará)

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