A menina Luriane de Fátima Assunção, 10 anos, baleada durante um assalto, no bairro do Guamá, no último domingo, ainda não passou por uma cirurgia para a retirada da bala que está alojada em sua coluna.
Os pais da criança, disseram que, depois que a matéria foi publicada no DIÁRIO, o atendimento no Pronto-Socorro da 14 de Março, onde a menina está internada, melhorou, porém, ainda não há uma data para que a cirurgia aconteça. “Ela já está em um leito, não está mais jogada no corredor do hospital. O problema é que agora eles estão atrás de um leito em outros hospitais para poder fazer a operação”, disse o pai da menina, José Maria Alcides.
“Eles dizem que ela está estável, mas, eu conheço minha filha. Estou sentindo que ela está piorando. Ela está cansada e com muita tosse”, contou Eliane Alcides, mãe de Luriane. Eliane disse ainda que, na tarde de ontem, a menina ia ser transferida para o Hospital da Ordem Terceira, onde seria operada, porém, a transferência foi cancelada sem maiores explicações. “Não entendemos nada, só disseram que ela ia ter que esperar um pouco mais”, contou.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o estado de saúde da paciente é estável e que ela foi cadastrada com prioridade para a transferência a um Hospital de Referência especializado, que de acordo com o perfil do caso, deve ser o Hospital Ofir Loyola.
A Sesma disse ainda que como o caso da paciente é delicado e requer agilidade no processo de transferência, “o HPSM Mário Pinotti está intercedendo junto ao Hospital de Referência, na busca de maior rapidez para a liberação deste leito de Referência. (Diário do Pará)
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