plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 31°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

'Operação Check-in' coloca 12 atrás das grades

A Operação Check-in da Polícia Federal prendeu, na manhã de ontem, um grupo de empresários, donos de casas de câmbio, acusados de integrar uma quadrilha que praticava crimes contra o sistema financeiro do país. Os acusados comercializavam moedas estrange

twitter Google News

A Operação Check-in da Polícia Federal prendeu, na manhã de ontem, um grupo de empresários, donos de casas de câmbio, acusados de integrar uma quadrilha que praticava crimes contra o sistema financeiro do país.

Os acusados comercializavam moedas estrangeiras e nacionais sem a autorização dos órgão competentes. Parte delas são oriundas da Guiana Francesa e entram no país pelo Oiapoque.

No Pará, o líder do grupo, segundo a PF, é o empresário José de Lima Júnior, dono da casa de câmbio Francesa e do hotel Açaí - localizados no centro de Belém. O empresário foi preso junto com sua filha e sócia, Katiucia Dourado.

Segundo as investigações da PF, as transações financeiras aconteciam em um dos quartos do hotel, local onde o empresário mantinha um cofre com moedas de vários países.

Neto, Manoel Raimundo Pires Damasceno e Francisco Iolaio Teixeira Maciel e Denis Júlio Mota Gonçalves.Foram também presos os empresários Franklin Nunes Pinto, que seria o braço direito de José Lima, Iran Ferreira Segundo a PF, José de Lima Junior é também considerado como um dos chefes da organização que fraudou o Banestado, em 2004. Por esse crime, ele já possui condenação penal em 1ª instância na Justiça Federal.

As investigações que começaram há um ano identificaram dois grupos de atuação. Um atuava no Aeroporto Internacional de Belém que abastecia as casas de câmbio e o segundo grupo era formado pelos próprios donos das casas de câmbio. “As moedas estrangeiras eram obtidas ilegalmente pelo grupo do aeroporto, oriundas dos voos do Suriname. Em seguida, eram distribuídas sem que os órgãos de fiscalização soubessem”, contou o assessor de imprensa da PF, Fernando Sérgio. Para a PF, o euro tem procedência da Guiana e entrava no país pelo Oiapoque com ajuda de “mulas”, que são pessoas pagas para transportar no corpo a mercadoria ilegal. Leia mais no Diário do Pará.


VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!