Um dos bandidos mais procurados pelas polícias Civil e Militar está morto. Adenirson Paiva Santos, de 19 anos, conhecido como “Nego Bala”, foi baleado mortalmente na tarde do último sábado, após trocar tiros às margens da Ilha das Onças, no município de Barcarena, com uma equipe do 20º Batalhão de Polícia Militar, sob o comando do major Rosinaldo Conceição.
“Nego Bala” era acusado de ter matado o cabo do Polícia Militar Jairo Correa Rodrigues durante uma perseguição policial no bairro do Jurunas e, desde então, passou a ser procurado diuturnamente com base em informações do setor de Inteligência da Polícia Militar.
O bandido estava escondido em um casebre pertencente a um parente e foi denunciado através do Disk-Denúncia - 181. Além disso, a polícia tinha outras pistas que não foram reveladas. O DIÁRIO vinha acompanhando os passos de “Nego Bala” desde o dia do crime e, pelas informações, logo após balear o cabo Jairo Correa e fugir com a pistola do policial, ele peregrinou pela Cidade Nova, em Ananindeua, Igarapé-Miri e, finalmente, Ilhas das Onças, onde se comunicava com a namorada, que o ajudava na logística de fuga.
Segundo as informações prestadas pelo major Rosinaldo Conceição, na Seccional Urbana da Cremação, onde foi lavrado o auto de resistência à prisão do acusado, perante a delegada Maria Amélia, a PM recebeu a informação de seu esconderijo e, em uma “rabeta”, os policiais, disfarçados de ribeirinhos, chegaram ao casebre na Ilha das Onças.
Quando a pequena embarcação se preparava para atracar no local, “Nego Bala”, que portava na cintura, acintosamente, a pistola ponto 40, roubada do cabo Jairo Correa, veio receber os “visitantes”. Quando percebeu que eram policiais disfarçados, empunhou a pistola disparando contra a guarnição.
Em defesa da própria vida e de terceiros, a equipe atingiu o bandido, que chegou a procurar abrigo em um matagal. Ele foi cercado e, ao resistir à voz de prisão, foi atingido três vezes, sendo ainda socorrido e encaminhado ao hospital do Pronto Socorro Municipal do Guamá, aonde já chegou sem vida. Leia mais no Diário do Pará. Leia mais no Diário do Pará
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