Dados estatísticos das Polícias Militar e Civil, entre os anos de 2007 e 2010, mostram que o tráfico de drogas vem sendo a “mola propulsora” da criminalidade, desde os pequenos furtos e roubos a transeuntes, em que os bandidos visam a troca dos produtos auferidos com as práticas delituosas por substâncias entorpecentes, além de crimes graves como homicídios vinculados a “acertos de contas”, entre traficantes rivais ou usuários inadimplentes.
Em quatro anos as operações “Grande Família”, “Letícia”, “Leão da Terra”, “Bajara”, “Mosaico”, “Metamorfose”, “Piriá I e II”, “Rio das Roças I e II”, “Vale do Capim” e “JC Futebol Club”, deflagradas pela DRCO, que foi dirigida pelo delegado João Bosco Júnior, em parceira com a Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal, apreenderam 1.824,66 Kg de cocaína, 538,047 Kg de maconha beneficiada e 1.133.062 pés de maconha “in natura”.
O DIÁRIO pediu ao delegado titular da DRE, Hennison Jacó, que calculasse o prejuízo para o narcotráfico no Pará com as apreensões de entorpecentes e o valor chega da surpreender. A cocaína aprendida gerou um prejuízo de R$ 32.820.000,00 tendo como base o quilo da droga no mercado a R$ 15mil e R$ 790.600,00 referente à maconha cujo preço é vendido a R$ 200,00 o quilo.
A queda de braço entre o narcotráfico e a Polícia Civil do Pará resultou em um grande prejuízo nestes quatro anos para os traficantes, que sofisticaram suas formas de carregamento da droga e passaram a desafiar o Sistema de Inteligência cada vez mais atuante e com equipamentos que vêm colocando a polícia sempre à frente dos criminosos. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar