Um bode morto, outro atropelado e um motoqueiro ferido. Este foi o resultado de um acidente de pequenas proporções, que aconteceu ontem (14) pela manhã em Marabá, mas que “deu o maior bode”.
O motoqueiro Max Lima seguia pela rodovia Transamazônica, sentido rodoviário e próximo à igreja Adventista atropelou um bode que havia fugido de um chiqueiro na Folha 31, Nova Marabá e que se escondeu num pasto próximo ao canteiro da CMT e do antigo matadouro Andares.
Enquanto isso o motoqueiro, que é vendedor, ficou estendido na pista à espera de atendimento médico. Paramédicos do Serviço de Atendimento Médico (Samu) socorreram a vítima, que foi levada para o Hospital Municipal de Marabá (HMM).
Aparentemente ele não corre risco de morte e estava com suspeita de fratura na perna esquerda. Max Lima, quando perguntado sobre o acidente, esqueceu do estado de saúde dele e estava mais preocupado em não divulgar o caso por conta da empresa que ele trabalha.
Mas vale lembrar o quanto é perigoso animais soltos na pista, pois colocam em risco a vida dos condutores, a exemplo do que aconteceu ontem.
BODE ESTAVA MORTO
Quanto ao bode, o animal foi morto minutos antes de acontecer o acidente. Um caminhão o atropelou, passando por cima da cabeça do animal.
Neste caso, um grupo de operários da construção civil, que está trabalhando na construção de um motel, se apropriou do animal e se preparavam para eviscerá-lo quando o dono do bode, Edivan Ferreira chegou e requisitou a carcaça.
Ferreira contou que comprou os animais recentemente e os mantém num chiqueiro na Folha 31 e nos finais de semana abate e vende a carne na Feira da Folha 28, Nova Marabá.
Estes dois acidentes trouxeram à tona uma antiga realidade de Marabá: a origem da carne vendida em muitos açougues. Em muitos casos é de origem duvidosa.
Para se ter uma ideia, há anos, um açougue funciona em plena avenida Antônio Vilhena, sem que as autoridades sanitárias tomem alguma providência. (Diário do Pará)
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