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POLÍCIA

Homem morre com quatro tiros em Ananindeua

Mais um perdeu a vida com quatro disparos desferidos por dois homens em uma motocicleta. De capacetes, dificultaram a identificação e fugiram após encurralar John Lennon Chagas Vieira, 20 anos, conhecido como “Bacu”, filho único de Ermita Silva Chagas. O

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Mais um perdeu a vida com quatro disparos desferidos por dois homens em uma motocicleta. De capacetes, dificultaram a identificação e fugiram após encurralar John Lennon Chagas Vieira, 20 anos, conhecido como “Bacu”, filho único de Ermita Silva Chagas.

O crime aconteceu na 2ª travessa rural do bairro da Heliolândia, em Ananindeua. Segundo uma testemunha, “Bacu” caminhava pela rua quando foi cercado pelos matadores.

A vítima ainda tentou correr para a frente de uma casa que tinha uma área abandonada, mas caiu atingido por quatro tiros, um deles na cabeça.

Ermita Silva não conseguia falar ao ver o corpo do filho estendido no meio da rua sob olhares de dezenas de curiosos que esperavam a chegada de profissionais da Divisão de Homicídios e do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. “Ele era filho único e tinha ido a uma barbearia ajeitar o cabelo”, disse a mãe ao delegado Gilvandro Furtado.

QUADRILHA

Informações dos policiais militares Saraiva e Nascimento e sargento Cesar, da 7ª Zona de Policiamento, davam conta que “Bacu” fazia parte da quadrilha que na manhã de sábado (5) atirou em Diego Dias Carneiro, hospitalizado no Metropolitano.

O sargento Cesar conseguiu, horas depois, prender Alderico Moraes dos Santos, o “Xará”, e Renato Paulo Costa, o “Renatinho”. “Bacu” acabou sendo inocentado do crime na Seccional de Ananindeua. Ao sair da seccional, “Bacu” encontrou a morte na segunda travessa do Heliolândia.

O delegado Gilvandro Furtado esteve no local do crime com sua equipe e acredita em vingança dos grupos rivais que atuam na área. Com a vítima foi encontrada uma nota de R$50,00 que, segundo a mãe de Jonh, seria para pagar o salão de beleza.

TENTATIVAS

Informações de testemunhas no local disseram que não era a primeira vez que tentavam matar “Bacu”.

Quando o DIÁRIO chegou ao local do crime, se ouviram barulhos de fogos na rua Vitória, no Distrito Industrial. Para um morador, que nem sob juramento quis ser identificado, era comemoração pela morte da vítima por parte do grupo rival.

“Toda vez que morre algum bandido deste lado, é esse barulho de fogos que você ouviu. O mesmo acontece aqui quando matam do outro lado”, disse o morador, que, em menos de uma semana, acompanhou a remoção de dois homens vítimas de bala na 2ª travessa rural no Heliolândia. (Diário do Pará)

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