Uma mulher não identificada e com aproximadamente 30 anos de idade foi encontrada morta, com marcas de golpes aplicados na sua cabeça por objeto contundente, além de sinais de estrangulamento no pescoço. Ela trajava bermuda cinza-escura, blusa colorida e tinha uma pequena faca de cortar pão enfiada na calcinha.
Foram trabalhadores que as 6 horas de ontem, ao passarem pela rua Ricardo Borges, bairro do Coqueiro, Ananindeua, rumo às paradas de coletivos da rodovia BR-316, encontraram o corpo jogado dentro do matagal que se formou na lateral da via, rente a um muro. O local fica a 150 metros da rodovia.
Logo a polícia foi informada e uma guarnição da 14ª ZPol, comandada pelo sargento Eliezer chegou ao local. Esse policial chamou a perícia e a equipe de remoção do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”.
Uma equipe da Divisão de Homicídios, tendo a frente a delegada Cláudia Renata, iniciou as investigações sobre o delito. A policial acredita que a desconhecida tenha sido assassinada em outro local e que seu corpo tenha sido “desovado” naquela via.
Os peritos não encontraram documentos nos bolsos da vítima, e nada que a identificasse. Pelos trajes, tratava-se de uma mulher humilde e, pela faca que escondia, poderia morar em local de risco, ou teria envolvimento com criminosos.
Apesar de tentar obter informes com pessoas da área sobre a vítima, ninguém a conhecia por lá, assim como também ninguém foi encontrado para prestar alguma informação sobre o delito. Resumindo: ninguém viu nada.
O local onde o corpo estava é escuro, pela parte da madrugada, poucas pessoas passam por lá, segundo disse o sargento Eliezer. A rua Ricardo Borges, com entrada pela rodovia BR-316, fica cerca de 300 metros do viaduto do Coqueiro, no sentido Belém-Ananindeua. (Diário do Pará)
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