Empresária do ramo de venda de mariscos estava recebendo ameaças de eletricistas que prestavam serviço à terceirizada da rede Celpa. Eles estavam se beneficiando do nome da empresa que trabalhavam, para lucrar.
A perseguição com a vítima teve início no mês de dezembro do ano passado, quando uma equipe de funcionário foi até o estabelecimento da vítima e deu início à tentativa de extorsão.
A delegada Rosamalena Abreu, da Divisão de Operações Especiais (Dioe), disse que anteontem a vítima comunicou à polícia, com o apoio da empresa de energia, sobre o que vinha ocorrendo.
“A vítima disse que toda essa confusão teve início no mês de dezembro do ano passado quando dois funcionários da empresa que presta serviço à rede Celpa disseram que o registro da empresária estava irregular, mas ela alegou que foi a própria empresa que tinha feito a mudança do registro, de monofásico para bifásico”.
EXIGÊNCIA
Ainda de acordo com depoimento da vítima, a delegada disse que a equipe de funcionários chegou a exigir mariscos para que ela não fosse denunciada, mas naquele dia estava sem a chave do “freezer”. Anteontem, Cristian Wandeley Lima Furtado e Eduarda Monteiro Saraiva, funcionários da empresa, voltaram a comparecer ao estabelecimento da empresária, com o intuito de pegar os mariscos, mas ela disse que estava sem estoque.
Então, exigiram o valor de R$ 200,00. A vítima disse que no momento não tinha, mas era pra voltarem no dia seguinte. Foi o suficiente para a empresária tomar providências e comunicar à empresa que eles trabalhavam.
Em depoimento, a delegada Rosamalena informou que os acusados juram inocência. (Diário do Pará)
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