O advogado do ex-oficial de justiça Antônio Sérgio Barata da Silva, acusado de ser o autor da morte de Pethrus Augusto Maia Orosco, de quatro anos de idade, morto em abril de 2008, esclareceu vários fatores sobre o andamento do caso, que deverá ser levado à juri nos próximos dias.
Adauto Gonçalves dos Santos explica, em pedido de direito de resposta à matéria publicada no Caderno Polícia do DIÁRIO, dia 19 de abril passado, que as informações que serviram de base estão em desacordo com a realidade dos fatos e dos autos de processo penal a que Antônio Sérgio responde pela 2ª Vara Cível e Penal da Comarca de Bragança-PA.
De acordo com o advogado, a denúncia oferecida pelo Ministério Público daquela comarca é inepta (mal feita, incompleta) e abusiva, pois desprovida de justa causa. Em verdade, não há fato delituoso que se possa imputar a Antônio Sérgio, que está sendo levado de roldão pela perversidade de um processo injusto, vítima de uma acusação leviana, que vem se mantendo por força de circunstâncias politico-sociais que veladamente cercam e pressionam urgentemente o caso.
PROVAS
Adauto Gonçalves explica ainda que ao contrário do que vem sendo enganosamente divulgado ao longo desses três anos desde da morte de Pethrus, o inquérito tem as provas de onde Sérgio esteve antes, durante e depois do desaparecimento que culminou com a morte da criança
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ENTENDA O CASO
Segundo informações da polícia de Bragança, Pethrus Augusto Maia Orosco sumiu na tarde do dia 19 de abril de 2008. O corpo da criança de quatro anos de idade foi encontrado em um lago da vila de Bacuriteua, a 7 km do centro de Bragança.
Ele foi encontrado no dia seguinte ao crime, que causou comoção aos moradores do município. Várias manifestações foram feitas na cidade, reunindo milhares de pessoas, que exigiram a punição do acusado.
Em homenagem à memória do garoto, foi fundado o Comitê Pethrus, composto por um grupo de pessoas empenhadas em acompanhar o caso mais de perto. (Diário do Pará/ Com informações do advogado Adauto Gonçalves dos Santos).
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