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POLÍCIA

Dupla é presa no flagra após assaltar taxista

Um casal foi preso na madrugada desta sexta-feira (20), no bairro da Guanabara, depois de ter assaltado um taxista. Cleverson José Carvalho de Souza, 34 anos, e Ruthlea Teixeira da Silva, 32, foram presos em flagrante com os objetos roubados da vítima e o

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Um casal foi preso na madrugada desta sexta-feira (20), no bairro da Guanabara, depois de ter assaltado um taxista. Cleverson José Carvalho de Souza, 34 anos, e Ruthlea Teixeira da Silva, 32, foram presos em flagrante com os objetos roubados da vítima e o “tampão” com alto-falantes que foi levado do veículo do taxista.

O taxista vítima do assalto relatou que estava trabalhando e trafegava pela área do Entroncamento quando o casal fez sinal para ele em frente a uma casa de shows, na avenida Pedro Álvares Cabral. Segundo o taxista, que preferiu manter-se anônimo, o casal mandou-o seguir para o bairro da Guanabara. Ao chegarem à alameda Santa Maria, Cleverson anunciou o assalto e rendeu a vítima.

Cleverson e Ruthlea roubaram pertences como o telefone celular, relógio e carteira da vítima. Até mesmo o “tampão” com alto-falantes do veículo Cleverson retirou para levar. Depois de roubarem o que puderam, os acusados desceram e, sob ameaças, mandaram o taxista deixar o local. Em seguida, fugiram a pé pela alameda Santa Maria.

“TAMPÃO”

O taxista deixou o local e, ao chegar à rodovia BR-316, a vítima avistou uma viatura da 5ª Zpol, comandada pelo tenente Mangas e composta pelo sargento Alcântara. O taxista relatou o crime e apontou a direção para onde o casal de assaltantes tinha ido. “Nós saímos em perseguição e, como estavam a pé, os alcançamos rapidamente. Ainda estavam com os objetos roubados e o ‘tampão’ do carro”, relatou o tenente Mangas.

SINCERIDADE

Presos em flagrante, Cleverson e Ruthlea foram encaminhados para a Seccional da Marambaia. Ruthlea se “rebarbou” ao saber que seria indiciada pelo crime de roubo qualificado e mostrou conhecimento do Código Penal Brasileiro.

“Eu posso ser presa, mas não vão me enquadrar no 157 (artigo que trata do crime de roubo qualificado). Eu sou traficante. A minha droga está guardada lá em casa. Por tráfico eu respondo, mas não no 157. O que é isso? Tudo por causa desse mané (Cleverson) que tá me acusando”.

Com o “esclarecimento” que era traficante, os policiais decidiram comprovar a história relatada por Ruthlea. “Se formos até a tua casa e encontrarmos a droga, tu vais ser indiciada pelos dois crimes”, informou um dos policiais à acusada.

Foi o suficiente para conseguir o silêncio de Ruthlea. Uma equipe foi até o endereço da acusada, mas nada foi encontrado. (Diário do Pará)

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