Quando a Divisão de Homicídios foi acionada para o levantamento de local de crime, o corpo de Francisco Eder Trindade da Silva, de 24 anos, já estava sendo recolhido pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.
O crime, segundo levantamento da equipe do DIÁRIO, aconteceu na rodovia Arthur Bernardes, rua Profeta Isaias, bairro da Pratinha I. Dois homens, de acordo com a polícia, chegaram e alvejaram a vítima com um disparo mortal, sendo que testemunhas ouviram de três a quatro disparos de arma de fogo.
A mãe da vítima esteve no local, mas pouco acrescentou para a reportagem e para os policiais da Divisão de Homicídios. Embora o crime tivesse acontecido em uma rua movimentada, a “Lei do Silêncio”, inimiga pública número 1 da impunidade, mais uma vez imperou no local.
Para a família, Francisco Eder Trindade da Silva era trabalhador e não se tinha informação de algo que viesse a denegrir a imagem do rapaz, nem inimigos ou mesmo ameaças de morte contra Francisco.
A viatura 9522 da 23ª Zona de Policiamento, sob o comando do cabo Humberto, foi até o local do crime e fez os primeiros levantamentos, isolando a área para os trabalhos da perícia.
O caso foi registrado na Polícia Civil, que deve instaurar inquérito para apurar as circunstâncias que levaram à morte a vítima, que teve o corpo removido por uma equipe do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. (Diário do Párá)
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