A atitude suspeita de dois homens levou policiais militares da Ilha do Mosqueiro a ficar em alerta e, como mandam as diretrizes da Polícia Militar: na dúvida, a revista é o melhor remédio para separar o “joio do trigo”.
Na tarde de sábado (28), uma guarnição da Polícia Militar de Mosqueiro, da 9ª Zpol, com os cabos C. Torres, Leal e soldado Pantoja, ao realizar rondas de caráter preventivo, no bairro de Carananduba, se deparou com dois indivíduos em atitude suspeita, o que levou os policiais militares a fazer uma revista na dupla.
Segundo o comandante da guarnição, quando os homens perceberam a viatura 8405, deram o tradicional “choque” e, ao realizar a revista, foram encontradas em poder dos suspeitos 21 petecas de pasta base de cocaína, que estavam sendo levadas para comercialização no final de semana.
A droga estava com o adolescente, que, sem pestanejar, disse que pertencia a Rodrigo da Silva Barros e disse que na casa do acusado, no bairro do Carananduba, existiam mais entorpecentes escondidos dentro de uma geladeira. Feitas as buscas no local, o restante da droga, 50 petecas de pasta base de cocaína, foram encontradas.
NA HORA H
Interrogado pelo delegado Domingos Mazola, o acusado disse que comprou uma pedra de óxi por R$120,00 de uma mulher que mora no bairro de Icoaraci, em Belém, e na casa que toma conta deu uma de “químico” e fez a mistura, embalou e estava se preparando para a venda quando acabou preso.
Rodrigo disse que não é traficante e pegou a “noia” porque pretendia vender o produto e apurar uma “grana” para montar um negócio de venda de “geladas” em lata na Ilha do Mosqueiro, assim que o mês de julho chegasse. “Não deu, doutor, e eu acabei preso”, disse Rodrigo Barros.
Levados para a Seccional Urbana do Mosqueiro, um dos acusados foi identificado como Rodrigo da Silva Barros, de 20 anos, e outro era um adolescente de 17. Eles foram apresentados ao delegado de plantão, que os autuou na forma da lei. (Diário do Pará)
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