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POLÍCIA

Acusado de tráfico é detido e volta às ruas

O Serviço Velado da Polícia Militar se infiltrou na rua da Mata próximo ao conjunto Tapajós, no bairro do Tapanã, depois que uma denúncia anônima deu conta que um possível traficante estaria vendendo drogas tendo como “avião” uma jovem que intermediava a

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O Serviço Velado da Polícia Militar se infiltrou na rua da Mata próximo ao conjunto Tapajós, no bairro do Tapanã, depois que uma denúncia anônima deu conta que um possível traficante estaria vendendo drogas tendo como “avião” uma jovem que intermediava a venda fazendo o contato com o viciado indo na boca e trazendo o “bagulho”.

Foi pelo menos uma semana de investigação até que na madrugada de domingo (29), com ajuda da viatura 9508 do sargento Caldeira e soldado Cleuton, que ocorreu o flagrante com a detenção de Marília de Sousa, de 18 anos, e Luis Moraes dos Santos, de 24 anos, conhecido como “Chupetinha”.

Em poder do acusado a Polícia Militar encontrou dez papelotes de pasta base de cocaína e a importância de R$ 20,00 em uma lata vazia de margarina que para a polícia seria dinheiro da venda de entorpecente, uma vez que pelas informações de agentes, infiltrados no local na hora do flagrante, um viciado comprou duas petecas a R$ 10,00 a unidade. A prisão de “Chupetinha e seu avião” foi acompanhada com exclusividade pelo DIÁRIO e por uma equipe da RBATV.

LIBERDADE
Luis Moraes dos Santos disse que saiu há quatro meses da cadeia, depois de cumprir pena, também por tráfico de drogas, mas inocentou Marília de Sousa. “Ela não tem nada a ver com isto. O bagulho é meu. Eu já tinha vendido quatro petecas naquela hora”, disse o acusado.

Sem medo de falar, “Chupetinha” informou que ao sair da cadeia como não tinha trabalho voltou a vender drogas na rua da Mata próximo ao conjunto Tapajós onde foi preso. O sargento Caldeira informou que as denúncias ao 181 contra o tráfico de drogas eram constantes desde que o acusado saiu da cadeia.

Os dois foram encaminhados à Seccional Urbana de Icoaraci onde o caso acabou num Termo Circunstanciado de Ocorrência por consumo de drogas. “Ele deve ter mudado o depoimento prestado perante as câmeras da RBA na hora da prisão onde confessa o tráfico e por isto acabou solto para delinquir novamente”, informou revoltado um dos policiais do Serviço Velado da PM, que ficou dois dias monitorando “Chupetinha” até sua prisão. (Diário do Pará)





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