Após a rebelião que durou cerca de 4 horas na Seccional Urbana do PAAR, em Ananindeua, na última terça-feira (31), quando 40 presos fizeram dois agentes prisionais reféns em protesto pela superlotação na carceragem do distrito policial, o clima era de tranquilidade, na manhã de ontem. Cerca de 24 horas após o tumulto, cinco promotores criminais do Ministério Público e uma defensora de Justiça visitaram o local para avaliar as condições processuais de cada detento.
“Os processos estão tramitando no judiciário e os réus estão comparecendo normalmente às audiências. A partir disso, vamos avaliar a situação de cada ação para tentar agilizar os casos de transferências para o sistema penal ou conceder a liberdade condicional, para tentar diminuir a lotação da carceragem da Seccional”, explicou a promotora Carmem Burle.
Ainda de acordo com a promotora, os presos estavam mais calmos e a situação aparentemente sob controle na cela durante a inspeção. Após a rebelião, foram transferidos 12 detentos e, na noite de anteontem, foi dada a liberdade condicional para mais um. (Diário do Pará)
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