A Polícia Civil investiga o envolvimento de outras pessoas envolvidos em esquema de tráfico de drogas desarticulado durante a operação "Pena Branca" deflagrada no último dia 27 de maio, em Belém, Santa Izabel, Benevides, Ananindeua e no distrito de Mosqueiro. As investigações duraram cerca de 70 dias a partir da investigação sobre a atuação de um traficante de drogas em Santa Izabel, conhecido por Márcio Diabão. Os policiais civis descobriram o responsável pelo fornecimento da droga ao traficante. Os agentes também descobriram que a associação criminosa se estendia por diversas cidades do Pará com extensão ao Estado de Rondônia.
Comandado por João Galinha e a esposa dele, Maria Marcelina, moradores de Mosqueiro, o esquema era responsável em abastecer pequenos revendedores de drogas no distrito, Belém, Santa Izabel e Benevides. Um homem conhecido por "Manteiga", morador em Rondônia, era a pessoa que fornecia as pedras de oxi a João Galinha. Já Manteiga enviava a droga de ônibus para Belém.
As prisões aconteceram de forma simultânea nas cinco regiões. Foram presas 12 pessoas, sendo quatro mulheres e seis homens, além de dois adolescentes apreendidos. Foram apreendidas no momento das prisões quatro pedras de óxi avaliadas em R$ 50 mil, além de quantidades de pasta de cocaína, duas pistolas, uma calibre .380 e outra .40, de uso excluviso da Polícia Civil.
Também foram encontradas balanças de precisão, baldes para preparo de drogas, dentre outros objetos.
Participaram da operação cerca de 50 policiais civis dos Núcleos de Apoio à Investigação de Castanhal e de Santarém; Grupo de Pronto-Emprego e da Secional Urbana de Santa Izabel.
A droga seguia a seguinte rota: primeiro saía da Bolívia e passava por Rondônia. Depois, seguia pelas cidades de Santarém, Altamira, Parauapebas até a capital Belém, de onde era distribuída por Benevides e Santa Izabel do Pará. (Polícia Civil)
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