Valdo Queiroz Monteiro, 35 anos, estava em frente a um bar no bairro de Águas Brancas, em Ananindeua, por volta das 8h da manhã de ontem (12), quando dois homens teriam aparecido de bicicleta, arrastado-o para a rua 2 de Março, onde fica localizado o bar, e disparado dois tiros na direção de sua cabeça. O pedreiro deixou mulher e três filhos.
Foi no momento do disparo que Maria Raimunda Monteiro, irmã de Valdo, que mora a algumas casas do local do crime, soube que o seu irmão era o alvo dos disparos. Ao escutar o barulho dos tiros, ela foi ao encontro do irmão, que já estava caído no chão. “Eu só escutei os tiros”, disse.
TRABALHADOR
Segundo ela, o irmão trabalhava como pedreiro e ela afirma não ter conhecimento do que poderia ter motivado o crime. “Ele tava bebendo até a zero hora aí”.
Ainda segundo Maria, há quatro meses Valdo teria sido preso por porte ilegal de arma, mas ela desconhecia o envolvimento do irmão em qualquer tipo de crime. “Ele ficou preso por doze dias porque encontraram uma arma com ele.”
DROGA
De acordo com o delegado da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, Adelino Souza, após o ocorrido, a polícia teria obtido informações de que a vítima era usuária de drogas, porém, precisariam investigar as causas do crime. Na manhã de ontem, a polícia ainda não tinha pistas da identidade dos dois homens que atiraram em Valdo. “O bar já estava fechado quando dois elementos, em uma bicicleta, teriam levado ele para a via pública. Após atirarem, eles teriam seguido de bicicleta em direção à rua 2 de Janeiro”, assegura o delegado Adelino. (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar