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POLÍCIA

Taxista é encontrado morto em casa

O taxista Antônio Leal de Sousa, mais conhecido como “Pelé”, 60 anos, foi encontrado morto na manhã de ontem, dentro da própria casa, na rua Cambará, no setor Alto Paraná, em Redenção.Vizinhos do taxista sentiram o mau cheiro e chamaram a polícia. O Corpo

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O taxista Antônio Leal de Sousa, mais conhecido como “Pelé”, 60 anos, foi encontrado morto na manhã de ontem, dentro da própria casa, na rua Cambará, no setor Alto Paraná, em Redenção.
Vizinhos do taxista sentiram o mau cheiro e chamaram a polícia. O Corpo de Bombeiros também foi acionado.
O corpo de “Pelé” já estava em adiantado estado de decomposição e exalava um mau cheiro que podia ser sentido do meio da rua. Policiais civis e agentes funerários tiveram que usar máscaras para se aproximar do cadáver, que estava estendido de bruços em cima da cama que fica no quarto do taxista. Como a porta do cômodo estava trancada, ela teve que ser arrombada.

O carro do taxista estava na área da residência e aparentemente nada foi levado da residência. Dezenas de curiosos se aglomeraram na frente da casa para tentar ver o corpo. Mas devido ao cheiro insuportável era praticamente impossível.

Há suspeitas de que Antônio Leal, que morava sozinho, tenha morrido de ataque cardíaco. Segundo informações, na semana passada ele ficou dois dias internado em um hospital particular da cidade, com problemas de pressão alta.
Uma amiga da vítima, Socorro Silva Araújo, que tem um restaurante próximo ao Terminal Rodoviário, aonde “Pelé” ia com frequência, disse que a última vez que ela falou com “Pelé” foi no início da manhã de terça-feira (12). Por volta das 11h do mesmo dia ela voltou a ligar para chamá-lo para almoçar, mas o celular chamava até a ligação cair na caixa postal.

Os policiais civis que estiveram no local não souberam precisar as causas da morte do taxista, que até então é considerada um mistério. Os parentes mais próximos dele moram na cidade de Guaraí, Estado do Tocantins.
Antônio Leal de Sousa morava em Redenção há mais de 20 anos e era uma pessoa muito conhecida na cidade, sobretudo por conta da atividade que ele exercia. (Diário do Pará)





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