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POLÍCIA

Preso com 35 'petecas' de cocaína nega tudo

Após denúncia anônima recebida pelo comandante da 9ª Zpol, capitão Da Silva, na Ilha do Mosqueiro, dando conta que havia um motorista de um veículo de marca Fiat, modelo Siena, de cor branca, tipo táxi, trafegando na ilha e comercializando drogas, rápida

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Após denúncia anônima recebida pelo comandante da 9ª Zpol, capitão Da Silva, na Ilha do Mosqueiro, dando conta que havia um motorista de um veículo de marca Fiat, modelo Siena, de cor branca, tipo táxi, trafegando na ilha e comercializando drogas, rápida ação foi montada e colocou atrás das grades Júlio Shunji Ishida, de 32 anos.

Foi designada para a missão a guarnição da viatura 8405, com o cabo Alex e soldado Élson Souza, que abordou o veículo denunciado em plena avenida 16 de Novembro, uma das principais vias do distrito de Mosqueiro. Júlio Shunji, residente no conjunto Cidade Nova I, bairro do Coqueiro, em Ananindeua, foi levado para a Seccional de Mosqueiro.

Ao efetuarem a abordagem, a denúncia foi confirmada, uma vez que encontraram no interior do porta-malas do táxi 35 petecas de cocaína escondidas em uma pequena bolsa. Além do material entorpecente, foi apreendida a quantia de R$ 250,00 e uma chave mestra de ferro, cujo motorista alegou exercer a profissão de chaveiro.

Em seguida, o homem acusado de transportar a substância entorpecente foi autuado em flagrante delito pelo delegado de plantão Wilson Ronaldo, pelo crime de tráfico de drogas. No depoimento, na qualidade de condutor do acusado, o cabo Alex, da 9ª Zona de Policiamento, detalhou que, de posse das informações da cor, modelo e placa do táxi, este foi localizado em uma das vias de grande movimentação da Ilha do Mosqueiro, que nesta época do ano é local propicio ao tráfico de droga, segundo o policial. “Revistamos o veículo e encontramos a droga escondida no porta-malas, dentro de uma bolsa”, contou.

CALADO
Júlio Shunji estava acompanhado de um advogado e, instruído, se reservou ao direito constitucional de manifestar-se somente em juízo, inclusive se negando a assinar as notas de culpa e as garantias e direitos constitucionais, uma vez que nega que estivesse comercializando a droga encontrada pelos policiais militares dentro do táxi que conduzia. (Diário do Pará)


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