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POLÍCIA

Ex-presidente de cooperativa vai preso por suborno

O ex-presidente da Cooperativa de Transporte Alternativo e Turismo de Mosqueiro (Cooptvan), Antônio Sérgio da Silva Amador, continua preso na seccional daquele distrito. Sua fiança foi estipulada em 15 salários mínimos. Acusado de tentativa de suborno, e

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O ex-presidente da Cooperativa de Transporte Alternativo e Turismo de Mosqueiro (Cooptvan), Antônio Sérgio da Silva Amador, continua preso na seccional daquele distrito. Sua fiança foi estipulada em 15 salários mínimos.

Acusado de tentativa de suborno, ele foi preso em flagrante delito na tarde da última segunda-feira (25), quando teria oferecido R$ 700,00 aos guardas municipais para a liberação de sua van, apreendida durante uma blitz realizada na tarde de sábado (23), na orla de São Francisco. A ação foi filmada pelos próprios guardas.

Na tarde daquele sábado, Antônio Sérgio, ao ter seu carro apreendido, acusou os guardas municipais de pedir dinheiro em troca da liberação do veículo. A denúncia foi feita diretamente à comandante Ellen Margareth, que ordenou sua condução à seccional da ilha, onde deveria formalizar a denúncia, apresentando provas, como os nomes dos acusados, hora e local. A vítima aceitou, mas, na seccional, diante do delegado, recuou.

Ao delegado plantonista, Antônio Sérgio admitiu que mentiu porque estava de “cabeça quente” ao ter sua van apreendida. Ele disse ter se expressado de “forma indevida, que não procede”, pedindo, em seguida, desculpas a Ellen Margareth, ali representada pelo inspetor Vicente Serrão. O inspetor exigiu do acusador retratação por escrito, condição plenamente aceita e produzida, na hora, de próprio punho.

O inspetor Serrão disse que o documento foi formalmente apresentado à comandante Ellen Margareth. Ele contou ainda acreditar que dificilmente Antônio Sérgio se livraria de um processo por crime de calúnia, que deve ser ajuizado pela assessoria jurídica da corporação. “Temos o entendimento de que precisamos dar um basta nessas acusações gratuitas.

Qualquer acusação merece ser provada, para que a Guarda Municipal tome providências cabíveis. Assim como não aceitamos desvios de conduta de nossos guardas, também não aceitamos denúncias gratuitas”, afirmou o inspetor. (Diário do Pará/ Ascom GBM).


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