Fábio Pinheiro Maia, 18 anos, foi cruelmente espancado e esfaqueado por populares na passagem União, esquina da travessa Pariquis, bairro da Cremação. O caso foi atendido por uma equipe de policiais militares da 4ª Zona de Policiamento que tiveram poucas informações que pudessem identificar tanto o motivo da barbárie quanto a identificação das pessoas que participaram do massacre.
Um dos policiais disse ao DIÁRIO que a vítima estaria praticando pequenos delitos na área e, por esta razão, foi perseguida, espancada e, não satisfeito, um dos agressores, armado com uma faca, deu uma facada na costa do jovem que o deixou imobilizado. “Quando nós chegamos aqui já encontramos a vítima deitada no meio da passagem e as pessoas nas calçadas, janelas e portas das casas”, informou o policial que acionou uma ambulância do Samu 192 para o resgate de Fábio Pinheiro até o PSM do Guamá.
A equipe do DIÁRIO chegou junto com uma tia do rapaz ao local do crime. Ela o identificou e saiu à procura de um táxi que se dispusesse a transportá-lo. A mãe do rapaz se desesperou ao ver o filho jogado no meio da passagem União e pediu permissão à Polícia Militar para socorrê-lo. “Como não há vítima concreta dele e nem a autoria do esfaqueamento a senhora pode socorrer seu filho”, informou o cabo da 4ª Zpol.
Um morador da passagem União, que pediu anonimato, disse ao Diário que Fábio Pinheiro vinha praticando alguns delitos na passagem União ou em outras ocasiões buscava refugiou no local. “A galera já estava de olho nele e hoje não suportou mais vê-lo por aqui e deu um corretivo nele”, informou o morador.
A mãe da vítima contestou a informação dizendo que o filho trabalhava e não tinha razões para praticar atos ilícitos. “O que foi que fizeram contigo meu filho? Quem foi que fez isto?”, lamentava chorando. Ajudada por populares, a mãe colocou o ferido em um táxi para levá-lo ao PSM do Guamá. (Diário do Pará)
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