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POLÍCIA

Apreendidos 50 quilos de maconha em Moju

Mais um duro golpe no tráfico de drogas na região do Baixo Tocantins, desmantelado por policiais militares da 3ª Companhia Independente da PM de Abaetetuba, em missão autorizada pelo major Silva Júnior, através de denúncias anônimas chegadas ao comando e

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Mais um duro golpe no tráfico de drogas na região do Baixo Tocantins, desmantelado por policiais militares da 3ª Companhia Independente da PM de Abaetetuba, em missão autorizada pelo major Silva Júnior, através de denúncias anônimas chegadas ao comando e confirmadas pelo serviço de inteligência da unidade policial.

Após mapearem a área de difícil acesso no distrito de Nova Vida, Km-40 da PA-151, município do Moju, o capitão Hilton, ao comando de uma guarnição da 27ª ZPol, dos policiais do serviço de inteligência e uma guarnição do Grupamento Tático CPR-IX, efetuaram a apreensão de aproximadamente 50 quilos de maconha pronta para ser prensada, além de uma arma de fabricação caseira calibre 24.

As informações davam conta que um homem conhecido como “Sérgio” estava comercializando maconha, que era produzida bem perto do local, sob os cuidados de uma mulher identificada apenas por “Ana”. Feito o cerco, “Sérgio” foi preso e identificado como Lucivaldo Gomes Cunha. Ele portava uma espingarda calibre 24.

Em seguida, a missão policial foi à casa da tia de “Sérgio”, identificada como “Ana”, onde foi encontrada a plantação de uma erva com características de droga conhecida por “maconha”. No mesmo local, foram encontradas sementes da erva pronta para ser plantada, além de outra arma.

“No local era evidente a presença de mais pessoas que trabalhavam no cultivo da droga, mas com a movimentação da tropa elas acabaram fugindo pela densa mata que cerca o terreno”, informou o capitão Hilton.

Lucivaldo Gomes Cunha contou, em depoimento, uma história que o “enrola” ainda mais. Se não bastasse o tráfico de drogas e a posse da arma, o suspeito estava tratando de uma paca e um tatu que, segundo ele, seria o “banquete” do almoço quando a PM chegou. Interrogado, ele acabou entregando a “parada”, levando os policiais até a casa da tia conhecida como “Ana” onde o “esquema” caiu de vez. Ele negou que trabalhasse na plantação de maconha e entregou os homens conhecidos como “Pedrão” e “Vadinho” como sendo os donos da plantação. (Diário do Pará)





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