plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 24°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Sumiço de comerciante ainda é mistério

Uma verdadeira mobilização entre familiares tem se formado desde o desaparecimento de Luiz Adelsolino Neves Pinheiro, de 37 anos, mais conhecido como “Índio”, supostamente assassinado a facadas na madrugada do último domingo, numa embarcação que vinha

twitter Google News

Uma verdadeira mobilização entre familiares tem se formado desde o desaparecimento de Luiz Adelsolino Neves Pinheiro, de 37 anos, mais conhecido como “Índio”, supostamente assassinado a facadas na madrugada do último domingo, numa embarcação que vinha de São Sebastião da Boa Vista com destino à capital paraense. Após o crime, a vítima teria sido jogada no rio nas proximidades do município de Barcarena.

Ontem pela manhã, parentes da vítima acompanharam o trabalho do Corpo de Bombeiros nas buscas pelo corpo no furo da Ilha do Capim, na Baía do Marajó, próximo ao município de Barcarena - trecho onde “Índio” teria sido lançado. Até por volta das 10h, a irmã da vítima, Silvia Letícia Pinheiro, acompanhava as buscas. Segundo ela, ainda ineficientes diante da necessidade de encontrá-lo. “As autoridades deveriam ter se mobilizado no exato momento em que receberam o comunicado do desaparecimento de Luiz, e não após quase três dias”, criticou.

O acusado de ter cometido o crime, Cleydson Fernando Serrano, vulgo “Keikei”, foi preso na última segunda-feira. Mesmo assim, a família pede às autoridades o prosseguimento nas investigações e a punição de outras pessoas que possam ter participação no crime. “Acreditamos na hipótese de crime premeditado, já que ele era bastante conhecido nas viagens que fazia para Belém, por ser comerciante de doces e biscoitos na capital e sempre trazia uma boa quantia em dinheiro”, revelou a filha da vítima, de 16 anos.

Segundo informações do comandante do barco “Salmista de Davi I”, Sebastião Lopes Gomes, no dia do incidente, Luiz Adelsolino e Cleydson estavam consumindo bebidas alcoólicas juntos na área superior do barco e depois disso, “Índio” não foi mais visto. “Demos por falta dele em Barcarena, por volta das 3h. Vimos várias marcas de sangue no barco, onde eles estavam bebendo, e quando chegamos em Belém chamei a polícia”, contou.

Mesmo diante dos indícios de homicídio, segundo a Polícia Civil, os filhos de Luiz acreditam na possibilidade do pai estar vivo. “O delegado responsável pelo caso já considerou meu pai como morto, sem ter achado o corpo dele, mas enquanto há vida, há esperança. Acredito que ele ainda pode estar vivo em alguma comunidade ribeirinha”. Emocionado, o filho de Luiz, de 14 anos, completa: “Meu pai era muito esperto e capaz de ter se livrado do assassinato se jogando no rio e nadando até uma comunidade mais próxima”.

Até o final da manhã, o corpo de “Índio” ainda não tinha sido encontrado. Diante do desespero por informações, a família pretende começar a arrecadar dinheiro com amigos da vizinhança com intuito de alugar uma lancha e iniciar as buscas pelo corpo de Luiz, com recursos próprios. (Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!