Nonato confirmou que esteve quatro vezes na casa de Joelson a pedido de Savana Natália. No mês de abril, foi em uma Kombi fretada em frente ao Terminal Rodoviário de Belém. Na ocasião, Raimundo pegou a geladeira, o micro-ondas, um aparelho de som e um liquidificador.
Quinze dias depois, foi pela segunda vez, sob o pretexto de levar três mesas e doze cadeiras para Santa Isabel, em vez de Macapá. A terceira vez foi 15 dias antes do crime, quando levou um computador completo, uma cama de solteiro e uma cômoda, além da quantia de R$2.000,00, dinheiro de parte da rescisão de Joelson que seria para começar a implantação de uma lanchonete em Macapá.
A quarta vez foi na noite do crime, onde, de posse das chaves conseguidas após a morte da vítima, Nonato foi buscar o que restava de valor na casa da vítima, no bairro da Marambaia.
PASSOS SEGUINTES
Uma discussão entre o casal fez com que Raimundo se apossasse de R$500,00 dos R$2.000,00 enviados em envelope fechado para Savana. Com o dinheiro, Raimundo teria viajado para Araguaína, o que levou Savana, com raiva, a incentivar Joelson a registrar um boletim de ocorrência na Seccional da Marambaia colocando Nonato como réu. Ele teria sumido com todo o dinheiro, segundo a história de Savana. (Diário do Pará)
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