plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 25°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Bancas de revistas são alvo de ladrões

Às vésperas do Círio, o milagre parece ser conseguir manter um estabelecimento ileso na Avenida Presidente Vargas. Agora, a ação dos bandidos na avenida está centrada nas bancas e revistarias. Desde domingo, foram três arrombamentos no perímetro entre

twitter Google News

Às vésperas do Círio, o milagre parece ser conseguir manter um estabelecimento ileso na Avenida Presidente Vargas. Agora, a ação dos bandidos na avenida está centrada nas bancas e revistarias. Desde domingo, foram três arrombamentos no perímetro entre a rua Aristides Lobo e Vila General Gurjão, dois na mesma banca e em sequência nas madrugadas de segunda e terça-feira.

Quem acha que dois raios não caem no mesmo lugar, não conhece Ocir Gomes, dono de uma das bancas assaltadas. “Cigarros, cartões telefônicos, um aparelho para carregar créditos de celular e moedas, tudo isso tinha sido levado pelos bandidos”, relata Ocir sobre como encontrou o estabelecimento na segunda. Não satisfeitos, os ladrões arrombaram o ponto pela segunda vez na madrugada de terça para quarta-feira.

“Pessoas que moram nas redondezas contaram que a movimentação na banca era tranquila, como se fossem funcionários que estivessem consertando o telhado, mas na verdade estavam arrombando pela segunda noite consecutiva” lamenta o proprietário.

Segundo o presidente da Associação de Bancas de Jornais e Revistas do Estado do Pará, Wildes Lima, das quase 200 bancas da região metropolitana de Belém, pelo menos uma é assaltada a cada mês. “Agora em outubro, tivemos essa surpresa, foram três arrombamentos em menos de três dias no mesmo perímetro. Talvez seja a movimentação da cidade com a proximidade do Círio, mas o perigo é visível”, diz Wildes.

A associação auxilia os proprietários dando suporte na recuperação das bancas. “Agora vou colocar uma grade no telhado para garantir que não entrem mais por ali”, diz Ocir, que calcula um prejuízo de quase R$ 2.500.

CIOP

Até o fechamento desta edição, os proprietários das bancas ainda não tinham feito boletim de ocorrência, o que, segundo assessoria da Polícia Militar, dificulta o mapeamento da criminalidade e também uma possível investigação para apurar o caso. O major José Ângelo Figueiredo, do Centro Integrado de Operações (Ciop) afirma que, embora uma câmera esteja instalada na rua Riachuelo, o perímetro das bancas não é coberto. “A partir de agora iremos reforçar a atenção naquela área”, disse o major.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!