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POLÍCIA

Policiais fecham fábrica de fitoterapêuticos

Policiais civis da Seccional Urbana de Ananindeua flagraram nesta quarta-feira, 5, uma fábrica clandestina de medicamentos na quadra 13 do Conjunto Júlia Seffer nesse município. No local, três pessoas foram presas em flagrante. Ao todo, cerca de uma tonel

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Policiais civis da Seccional Urbana de Ananindeua flagraram nesta quarta-feira, 5, uma fábrica clandestina de medicamentos na quadra 13 do Conjunto Júlia Seffer nesse município. No local, três pessoas foram presas em flagrante. Ao todo, cerca de uma tonelada de produtos e objetos usados no preparo de remédios fitoterápicos foram apreendidos. Havia ainda garrafas plásticas usadas como embalagem dos produtos e ainda carimbos e rótulos utilizados nos recipientes. Um caminhão-baú da Polícia Civil ficou lotado com os produtos que foram encaminhados à Vigilância Sanitária da Prefeitura de Ananindeua. Os três responsáveis pelo imóvel foram conduzidos para a Delegacia do Consumidor (Decon), situada no prédio da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), no centro de Belém, onde foram apresentados à delegada Soranda Nascimento.

Eles vão responder criminalmente com base no artigo 277, do Código Penal, por vender, expor à venda, ter em depósito ou ceder substância destinada à falsificação de produtos alimentícios, terapêuticos ou medicinais. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos. De acordo com o delegado César Noronha, titular da Seccional de Ananindeua, o local usado como fábrica dos produtos falsificados ficava escondido no interior de um imóvel de dois andares onde, na fachada, havia a inscrição “panificadora e confeitaria”. Segundo informações coletadas no local, a residência jamais funcionou com venda de pães.

Dentro do local, havia diversos compartimentos. Cada um deles era utilizado dentro da linha de montagem dos produtos. Em um dos cômodos, cápsulas eram fabricadas. Em outro as embalagem recebiam rótulos. Em outro ambiente, os rótulos eram carimbados com data de validade para parecer produtos originais e devidamente registrados. Conforme o delegado, todos os produtos fitoterapêuticos foram preparados irregularmente em total desacordo com as normais da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em caso de serem ingeridos, os produtos colocariam em risco a vida dos consumidores. (Ascom Polícia Civil)

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