plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 22°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Mulheres vendiam droga na rua

Nem a presença da Polícia Militar inibiu a ação de duas mulheres acusadas de vender entorpecente no meio da rua. Foram apresentadas na Seccional Urbana de Santa Izabel as nacionais Deiza Cristina da Silva Andrade e Shyrlene do Socorro da Silva Piquet, com

twitter Google News

Nem a presença da Polícia Militar inibiu a ação de duas mulheres acusadas de vender entorpecente no meio da rua. Foram apresentadas na Seccional Urbana de Santa Izabel as nacionais Deiza Cristina da Silva Andrade e Shyrlene do Socorro da Silva Piquet, com as quais foram encontradas 49 petecas de cocaína e a quantia em
espécie de R$ 20,80, segundo a PM, oriunda da venda de entorpecentes.

A guarnição do cabo Douglas e soldados Leandro e Nahum, acostumados a colocar traficantes atrás das grades, estava em ronda pelo bairro Novo, em Santa Izabel do Pará, conhecido pelo intenso tráfico de drogas quando observaram uma movimentação de viciados na porta de uma residência.

“À distância vimos a movimentação e na abordagem de um usuário de drogas encontramos o entorpecente, sendo feito uma revista no local onde encontramos em uma vasilha de plástico o dinheiro e o entorpecente vendido pelas duas acusadas”, informou o cabo Douglas.

FLAGRANTE

Em decorrência da materialidade do fato e com testemunho de duas pessoas que afirmaram ter comprado a droga das acusadas, a autoridade policial de plantão autuou a dupla por tráfico de entorpecente, sendo depois recolhidas ao Centro de Recuperação Feminino no Coqueiro.

Em depoimento, Deiza Cristina da Silva Andrade, de 24 anos, disse que vive afetivamente com Shyrlene do Socorro da Silva Piquet e para sobreviverem iniciaram a venda de droga. “A principal responsável pelo abastecimento e comercialização do entorpecente é a Shyrlene, e a minha participação na venda é meramente auxiliar”, disse Deiza Cristina.

Shyrlene do Socorro da Silva Piquet, ouvida pela autoridade policial, disse que estava no ramo há menos de um mês e deu detalhes de como funciona o esquema da entrega do entorpecente. “A minha fornecedora liga de um número confidencial semanalmente, informando a quantidade, o local e o valor a ser entregue. Eu deixo o dinheiro no mesmo local que pego a droga, na passarela de Ananindeua”, informou a acusada.

O capitão Josimar, comandante da 17ª Zona de Policiamento, informou que as sucessivas intervenções da PM, realizando abordagens e prisões, vêm reduzindo o número de “bocas de fumo” no município atendendo determinação do comandante do 12º BPM, tenente-coronel Gilmar Melo.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!