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POLÍCIA

Mototaxista implorou, mas não teve a vida poupada

Morto com um tiro no peito, o corpo do mototaxista Max Mendes Quaresma, 28 anos, foi encontrado de joelhos, com a mão no rosto e com perfurações na cabeça. O crime ocorreu na madrugada de domingo, na avenida Tumucumaque, no bairro do Curuçambá, em Ananind

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Morto com um tiro no peito, o corpo do mototaxista Max Mendes Quaresma, 28 anos, foi encontrado de joelhos, com a mão no rosto e com perfurações na cabeça. O crime ocorreu na madrugada de domingo, na avenida Tumucumaque, no bairro do Curuçambá, em Ananindeua.

De acordo com o soldado Gleidson Oliveira, da 7° Zpol, a vítima estava trabalhando como vigilante em um bar, quando dois homens em uma moto tentaram matar Max. “Efetuaram dois disparos ainda no bar, mas não acertaram. Então ele correu para tentar fugir, mas acabou sendo atingido logo depois”.

Antônio dos Santos, sogro da vítima, disse que desconhecia o motivo da morte de seu genro e confirmou que pouco antes da morte Max estava trabalhando como vigilante.

Esposa grávida
“Ele tomava conta de um bar durante à noite e o que me contaram foi que tentaram matar ele lá e não conseguiram. Depois só recebi a notícia que ele tava morto”. Antônio contou ainda que sua filha, viúva de Max, está grávida de seis meses.

Segundo uma testemunha que preferiu não se identificar e ouviu os gritos da vítima, Max teria se ajoelhado e pedido para não morrer.

A testemunha conhecia a vítima e contou que há algumas semanas o mototaxista teria denunciado uma quadrilha de assaltantes do Curuçambá para a polícia e que o grupo tinha sido preso. “Só não posso afirmar que esse foi o verdadeiro motivo desse assassinato”. (Diário do Pará)

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