A investigação está em andamento, mas a polícia já tem suspeita sobre a causa do homicídio contra uma adolescente de 14 anos, filha de um investigador da Polícia Civil, ocorrido na última sexta-feira.
O delegado responsável pelo inquérito policial, Eduardo Rollo informou que se deparou com várias linhas de investigação, mas uma está mais próxima da realidade do crime.
Em entrevista, o delegado informou que quer manter sigilo do caso para não atrapalhar as investigações. Até o momento, cinco pessoas foram ouvidas e nenhuma pertence à família da adolescente.
“Desde o dia do crime eu estou com o caso e estou ouvindo as pessoas desde esse dia, mas ainda faltam mais pessoas serem ouvidas”, declarou o delegado.
A probabilidade é grande do autor do crime ser conhecido da vítima, pois não foi detectado nenhum sinal de arrombamento na residência da tia da menina, onde ela se encontrava no momento em que foi assassinada, por isso o delegado acredita que ela própria tenha permitido a entrada do assassino (a).
Vários exames foram feitos na adolescente, inclusive para saber se ela foi violentada. “A pericia faz um serviço completo, nós não descartamos a possibilidade de ela ter sido violentada, até porque foi encontrada morta em cima da cama com perfurações no pescoço, alem do tiro que levou”, acrescentou o delegado.
Uma das linhas de investigação é a respeito ao envolvimento com o tráfico de drogas. O companheiro da tia da adolescente, dona da residência onde a menina foi morta, está preso pelo crime de tráfico de droga, mas sobre o assunto, o delegado não quis prestar esclarecimentos.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar