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POLÍCIA

Jovem é assassinada a tiros no Acampamento

“Não falei que eu ia te pegar?”. Estas foram as últimas palavras que a jovem Tuany Rafaely Pimentel de Sousa, de 22 anos, ouviu antes de se encontrar com quatro balas assassinas. O crime aconteceu quando a vítima visitava uma amiga na passagem Mirtes com

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“Não falei que eu ia te pegar?”. Estas foram as últimas palavras que a jovem Tuany Rafaely Pimentel de Sousa, de 22 anos, ouviu antes de se encontrar com quatro balas assassinas. O crime aconteceu quando a vítima visitava uma amiga na passagem Mirtes com a rua Nova, no Acampamento.

Um homem que teria sido visto desde o dia anterior rondando a casa teria sido o autor dos disparos que ceifaram a vida da jovem. Ele caminhava pela passagem Mirtes, vindo do canal, e, ao ver a jovem conversando com uma amiga no pátio da casa, entrou e deu o primeiro tiro. Quando a vítima já estava caída, acionou outras vezes a pistola.

Identificada por Hérica Santos, a amiga que presenciou o crime estava bastante abalada. Ela foi atingida no braço por fragmentos dos projéteis, cujas cápsulas ficaram no local do crime. “Ela estava conversando comigo. Ela morava no bairro do Una e sempre vinha nos finais de semana aqui em casa!”, lamentava a amiga.

Ninguém da casa onde a vitima morreu quis falar com os jornalistas. O sargento Monteiro, da viatura 9105, juntamente com o oficial interativo da área, tentaram levantar mais informações sobre o criminoso que teria fugido em um carro preto, estacionado às proximidades, pronto para a fuga.

Uma informação levantada pelo DIÁRIO dá conta que o assassino pode ser alguém de estreita relação da vítima. Uma testemunha que pediu para não ser identificada disse que o assassino teria ligado para a vítima segundos antes do crime.

“O telefone que ela tinha na mão quando morreu pode ser a chave para desvendar o crime, já que uma pessoa ligou e ela imediatamente veio para o pátio, quem sabe para encontrá-lo”, disse a testemunha.

O delegado Lenoir Cunha, da Divisão de Homicídios, conversou com a amiga testemunha ocular do crime e espera que o depoimento dela seja o passo inicial para desvendar o crime.

“A cena é de execução mesmo. Tiros na cabeça e muitas perguntas sem respostas e que vamos investigar até chegarmos ao criminoso”, informou o delegado. (Diário do Pará)

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