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POLÍCIA

"ET" é abduzido pela polícia

As investigações do roubo de um computador acabaram levando a Polícia Militar à base de Elielson Pantoja Monteiro de 22 anos conhecido por “ET” e seu irmão, o cabeleireiro Erivelton Pantoja Martins, apelidado de “Sarapó” de 26 anos, indiciados pela Políci

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As investigações do roubo de um computador acabaram levando a Polícia Militar à base de Elielson Pantoja Monteiro de 22 anos conhecido por “ET” e seu irmão, o cabeleireiro Erivelton Pantoja Martins, apelidado de “Sarapó” de 26 anos, indiciados pela Polícia Civil em tráfico de drogas no município do Moju, no Baixo Tocantins. Na apresentação da dupla, o policial narra que estava de plantão na Delegacia quando a equipe do tenente Gama apresentou Klinsmann Araújo Alves, acusado de ter roubado um computador.

Interrogado, Klinsmann disse que tinha vendido a diversão da família na casa do cabeleireiro “ET” e durante a revista foi encontrado no cesto de roupa suja um objeto contendo no seu interior 28 “petecas”, de uma substância de entorpecente com características de “cocaína”. “Em outro cômodo da casa nos encontramos uma arma de fogo tipo espingarda calibre 28, a quantia de R$ 162,75, dezessete chips de celulares além de outros objetos que foram apreendidos e apresentados para a autoridade policial junto com ET e Sarapó, informou o cabo Barbosa.

Em depoimento, ET, que foi preso junto com a companheira Leniane Castro Correa e seu irmão Erivelton Pantoja Martins, informou que foi surpreendido com a acusação de “Klinsmann” e confessa que a droga encontrada foi comprada de um carreteiro. “Eu já estou no ramo há dois meses e eu mesmo faço o bagulho”, disse.

Quanto à arma encontrada disse que comprou de um homem pelo valor de R$300,00 ,para sua proteção uma vez que estava sendo ameaçado por uma gangue do bairro Parôlandia. “Os chips eu comprei para não ser rastreado nas minhas ligações e nem minha mulher e meu irmão têm alguma coisa haver com isto”, confessou o indiciado. Erivelton Pantoja disse que estava na hora errada e no momento errado no local. “Eu vim tomar um banho porque faltou água lá em casa na hora que a Polícia Militar chegou e quem estava com este negócio é meu irmão”, disse Sarapó.

Leniane Castro Correa acompanhada por uma advogada, informou que não sabia que seu marido comercializava drogas, uma vez que o mesmo era apenas viciado. “O dinheiro apreendido eu estava juntando para poder comprar uma casa e nem sabia que ele tinha uma arma em casa”, declarou. (Diário do Pará)

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