Uma abordagem de rotina levou para a cadeia Edgar Luis de Souza Gonçalves, de 18 anos, sem profissão definida, e o auxiliar de serviços gerais Leonardo Guedes da Cruz, de 26 anos, suspeitos de tráfico de drogas na rua da Mata bairro do Maracajá na Ilha do Mosqueiro.
Consta na apresentação feita pelo cabo Rodrigues, da 9ª Zona de Policiamento, que, em ronda pelo bairro do Maracajá percebeu a atitude estranha de dois homens que adentraram em uma residência.
“Feito o cerco, nós adentramos com autorização deles e encontramos dois sacos plásticos com pasta de cocaína, R$600, além de vários aparelhos celulares, cordões, pulseiras, brincos e pedaços de sacos plásticos cortados que servem para embalar a droga” informou o cabo Rodrigues.
NEGARAM TUDO
Em depoimento Edgar Luis de Sousa Gonçalves negou as acusações a si imputadas, afirmando que estava há três meses no Mosqueiro para trabalhar em um parque na vila. “Eu desconheço esse dinheiro todo. O meu é só R$100 e o material pertence a meu irmão” disse Edgar Luis.
O auxiliar de serviços gerais Leonardo Gudes da Cruz negou também que a droga encontrada dentro da casa pertencesse a eles, bem como o dinheiro e o material encontrado.
“Estes celulares e joias nós compramos no camelô e eles não dão nota pra gente” resumiu Leonardo Guedes que, segundo os levantamentos e a confissão do próprio, já respondeu por tráfico de drogas, mas que dessa vez não tinha nada a ver com o entorpecente encontrado.
De posse da materialidade o delegado de plantão autuou os irmãos por tráfico de drogas. Os produtos foram mandados a exame no Instituto de Criminalística comprovando ser pasta de cocaína, conforme laudo anexado ao inquérito policial. (Diário do Pará)
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