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POLÍCIA

Casal tenta se livrar da droga e vai preso

Adilson Silva Nascimento, de 35 anos, conhecido como “Índio” e, sua companheira Geovana Marques Barata, de 26 anos, foram presos por “três barcas de Rotam” sob o comando do capitão Mourão. O casal é suspeito de traficar entorpecentes na passagem São Pedro

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Adilson Silva Nascimento, de 35 anos, conhecido como “Índio” e, sua companheira Geovana Marques Barata, de 26 anos, foram presos por “três barcas de Rotam” sob o comando do capitão Mourão. O casal é suspeito de traficar entorpecentes na passagem São Pedro conhecida como “Ratolândia” na 7ª rua em Icoaraci, distrito de Belém.

Segundo informações prestadas pelo oficial uma denúncia anônima ao 181 motivou a operação que teve apoio de uma equipe de policiais civis da Seccional Urbana de Icoaraci sob o comando do delegado Renato Vanghon.

“Índio” é um velho conhecido da polícia uma vez que ano após ano frequenta as celas da unidade da Susipe do distrito, sempre sob suspeita de tráficotendo como local de comercialização a “Ratolândia”.

Desta vez a “casa caiu” para o casal, que vinha sendo denunciado pela comunidade devido à grande presença de viciados e toda sorte de marginais que frequentavam a “boca”. O capitão Mourão da Rotam afirmou que o cerco foi feito na casa em cima da um igapó e com a presença da PM “Índio” tentou se desfazer de parte da droga jogando no igapó.

O sargento Henrique tinha a informação que o indiciado adquiria em seu poder uma escopeta calibre 12 que segundo o depoimento do próprio “Índio” foi jogada pela janela junto à droga.

“A arma afundou na lama, mas a droga ficou boiando e um guerreiro (PM) desceu e pegou. Procuramos, mas a arma não encontramos”, disse o sargento Henrique da Rotam.

DROGA

Em depoimento tanto Adilson da Silva como Geovana Marques não tiveram como negar a posse de 21 petecas de cocaína tamanho GG, 115 gramas de pasta base. Uma balança de precisão e R$50,00 em dinheiro todo trocado, que para a Rotam caracteriza a venda de entorpecente.

Para o delegado Renato Vanghon todas as vezes que chegar um fato como este apresentando pela Rotam será feito os procedimentos dentro dos rigores da lei. “Nunca se deixará de lavrar um flagrante com materialidade”, informou o delegado Renato Vanghon.

(Diário do Pará)

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