O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência é um programa de educação preventiva ao uso de drogas, que tem por objetivo evitar que crianças e adolescentes iniciem o seu uso. Ele ensina técnicas centradas na resistência à pressão dos companheiros e auxílio para as crianças dizerem não às drogas.
Segundo o coordenador do programa no Estado, coronel Costa Júnior, o Proerd é um programa preventivo, estratégico, tendo como objetivo principal educar as crianças em seu meio natural, a escola, com o auxílio de policiais fardados e professores mostrando os efeitos das drogas e ensinando as habilidades necessárias e motivação para se manterem longe desse mal.
Além da capital, o programa se espalhou pelo interior e a 2ª Companhia Independente de Polícia Militar realizou a formatura da 9ª e da 10ª turma do Proerd na ilha do Mosqueiro, no total de duzentas e oitenta e duas crianças das escolas Donatila Lopes no Chapéu Virado e Abel Martins no bairro do Carananduba.
Desde o início do programa, em novembro de 2009, até a data de hoje a Polícia Militar em Mosqueiro já formou cerca de duas mil e oitenta crianças no Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência, graças ao empenho e dedicação do tenente Jofre, sargento Amorim e cabo Aldemário sob a coordenação do major Sabbá, comandante da 2ª CIPM.
O major Sabbá informou que o programa está institucionalizado pela Polícia Militar, graças ao empenho do comandante geral junto ao Governo do Estado, o que facilita a formação de mais instrutores para o programa, bem como o aumento de escolas e crianças atendidas.
MULTIPLICADORES
“O programa busca também oferecer aos estudantes uma chance de ver os adultos como amigos e pessoas em quem eles podem confiar, o que permite eles desenvolvam uma atitude positiva em relação às autoridades e respeito pelas leis” informou o major Sabbá.
Para os alunos que participaram da formatura, o momento foi de festa e a certeza de que serão multiplicadores junto a seus colegas para cada vez mais se afastarem das drogas. “Nós aprendemos que devemos estar longe deste mal e vamos ajudar quem em nossa escola tentar ingressar nesta vida” disse uma aluna da escola Donatila Lopes. (Diário do Pará)
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