A dona de casa Mônica Sousa Nascimento, 23, esteve ontem de manhã na redação do DIÁRIO para pedir a divulgação da foto do suposto assassino do marido dela, Elder Augusto Silva, 27. O crime aconteceu no último dia 4, quando a vítima se encontrava no Bar do Chico, na rua Guerra Passos com Caraparu, nas proximidades da rua Napoleão Laureano, casa 144A, no bairro do Guamá, onde ele morava com a mulher e um filho de sete anos, que ficou órfão de pai.
O suposto assassino é Alex Miranda Cordovil, 18, que estaria foragido. Segundo Mônica Nascimento, há duas versões para o fato, “mas nenhuma justifica a morte do meu marido”: uma testemunha diz que Alex teria dado um murro na mulher dele quando passavam em frente ao bar e Elder teria ajudado a mulher a se levantar. O fato teria desagradado Alex, que também mora nas proximidades e até falava com a vítima. Ele desapareceu do local e pouco depois voltou disparando na direção de Elder, que levou um tiro mortal no peito e outro no braço. Um projétil também atingiu e transfixou o pulso de um amigo que bebia com a vítima.
Outra versão diz que o amigo de Elder teria “mexido” com a mulher de Alex, que passou sozinha na frente do bar. O suspeito, que vinha logo atrás da mulher, teria ido tomar satisfação com os dois e o amigo de Elder teria pedido desculpas porque não havia percebido que a mulher estava acompanhada. Como o suspeito insistia, Elder teria dito para ele que o amigo já havia pedido desculpas. Isso teria sido suficiente para o suposto assassino disparar oito tiros em direção às vítimas.
Mônica Nascimento contou que estava com o marido e o filho no bar e que o fato aconteceu logo depois que ela saiu para levar o filho para casa. Segundo ela, ele ainda teria pedido para um parente: “Tio, não deixa eu morrer”. Ela disse que agradece qualquer informação a respeito do suspeito, que ainda está sendo procurado pela polícia. (Diário do Pará)
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