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POLÍCIA

Assaltantes fazem três pessoas feréns

Mais três pessoas foram presas depois de fazer duas mulheres reféns dentro de uma residência, durante a fuga de um assalto realizado na tarde ontem, em uma loja de assistência técnica para celular. Na saída do estabelecimento, a população ficou revoltada

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Mais três pessoas foram presas depois de fazer duas mulheres reféns dentro de uma residência, durante a fuga de um assalto realizado na tarde ontem, em uma loja de assistência técnica para celular. Na saída do estabelecimento, a população ficou revoltada com a ação dos bandidos e tentou fazer justiça, mas dois dos assaltantes invadiram uma casa na alameda 11 do conjunto Maguari, em Icoaraci, e ameaçaram as vítimas com um revólver calibre 32 por cerca de 30 minutos.

A dupla ainda chegou a efetuar um disparo para o alto, tentando impedir que populares se aproximassem. Somente essa semana houve, em média, um assalto com refém por dia e dois bandidos acabaram mortos. Um deles durante uma troca de tiros e outro que, na tentativa de fuga, acabou sendo atropelado.

Rafael Leal França, 23, Marlon Madori da Silva Ribeiro, 20 e Selma Maria Ferreira Amaral, 20, que está grávida de dois meses, se renderam depois de exigir a presença da imprensa para liberar as reféns.

Segundo o sargento Carlos Ribeiro da 8° Zpol, Rafael era o mototaxista que daria fuga para Marlon eSelma. Ainda de acordo com informações da PM, Marlon já tinha sido preso por tráfico de drogas e está sendo acusado de praticar um homicídio ano passado. Já Selma, teria sido apreendida com 15 anos pelo crime de roubo. O caso foi encaminhado para a Seccional de Icoaraci.

HOMICIDA

Acusado de executar um casal de empresários em janeiro deste ano, no bairro Cruzeiro, em Icoaraci, e ainda ser suspeito de praticar mais sete homicídios, dois confirmados por ele à polícia, Paulo André Marques Braga, 23, conhecido como “Preá”, foi preso na última terça feira (20) em Castanhal com nome de Alberto Pinto para tentar dificultar o trabalho da polícia.

Na ocasião, Paulo foi autuado pelos crimes de porte ilegal de arma, tráfico de drogas e uso de documento falso. Depois de apresentar a carteira de identidade de Alberto, a polícia desconfiou e ele repassou novamente outro nome falso, que seria Paulo André Braga Reis. De acordo com o delegado Eduardo Rollo, existem indícios de que Paulo foi o autor das execuções. (Diário do Pará)

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