Após uma denúncia de que integrantes da torcida organizada Terror Bicolor, do Paysandu Sport Clube, estariam armados na Praça do Jaú, bairro da Sacramenta, policiais militares foram até o local e conseguiram apreender um revólver calibre 38 e mais quatro munições.
Segundo a PM, a arma estava em poder do taxista Ronniel Miranda Serra, 30, que estava reunido com um grupo de torcedores, que se concentravam na praça horas antes do jogo entre Remo e Paysandu. “Certamente se a apreensão não fosse feita, uma rixa entre torcidas poderia ter acabado em morte”, explicou o cabo PM Padilha.
Após a abordagem, o suspeito foi preso em flagrante e levado até a Seccional Urbana de São Brás, onde foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma. No depoimento, Ronniel alegou que arma não era dele, mas depois voltou atrás e confessou que tinha comprado o revólver há pouco tempo, por R$ 500. “Eu comprei a arma para me defender, depois que eu fui assaltado dois meses atrás no meu táxi”, revelou.
“Torcedor de verdade não vai ao estádio armado. A intenção dele e dos outros membros da torcida organizada é uma só. Arrumar confusão e, se possível, matar um torcedor do clube rival”, declarou o cabo da PM.
Como a prisão por porte ilegal de arma é afiançável, o suspeito foi liberado após pagar um valor de dois salários mínimos e mais R$ 20,72, proposto pela polícia. Ronniel vai responder o crime em liberdade. (Diário do Pará)
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