Foi morta com um tiro no peito a mulher Sônia Batista Ferreira, vulgo “Rosa”, 39 anos, que residia na rua Marcílio Dias, 210, no bairro da Área Verde. O crime aconteceu por volta de 1 hora da madrugada desta quinta-feira (19), às proximidades do antigo campo de futebol do Tapajós Futebol Clube, quando “Rosa” vinha de uma boca de fumo em companhia da também viciada Miriam Oliveira da Silva, 23 anos, vulgo “Ratinha”.
De acordo com informações prestadas por Edmilson Oliveira, 38 anos, companheiro de “Ratinha”, que foi preso para prestar informações sobre o homicídio, elas haviam saído para comprar drogas em uma boca de fumo no bairro de Santo André e em dado momento um homem que pilotava uma motocicleta, passou por elas e parou próximo do campo de futebol. Quando elas iam passando perto, ele chamou a “Rosa” e esta ao se aproximar, foi recebida com dois tiros, sendo que um pegou em cima do peito, o que causou morte instantânea.
Miriam também foi levada para a delegacia e lá contou que saiu com a amiga para um programa na casa de um “velho”, quando o motoqueiro passou por elas e ofereceu um cigarro para a “Rosa”. Esta, ao se aproximar, foi recebida a bala. Quando ouviu os disparos, “Ratinha” correu em direção a sua residência com medo de ser também assassinada. O motoqueiro fugiu sem ser identificado. “Ratinha” não soube explicar os motivos que levaram o homem a atirar em sua amiga.
Informações passadas pelo chefe de operações Hélio, da Polícia Civil, antes do crime um furto teria sido registrado em uma casa de onde foram roubados 18 mil reais e joias e a polícia estava investigando se havia alguma ligação com esse trio, uma vez que “Rosa” praticava furtos em companhia de “Ratinha”.
O ex-companheiro da vítima, Alcindo Santos Silva, que viveu com ela 9 anos, esteve no IML para identificar o corpo e disse que sua ex-amante usava drogas e tinha o costume de furtar coisas alheias e que já havia chamado a atenção dela, mas ela continuava e por isso teria se separado dela.
O corpo foi removido para o IML e em seguida liberado para o sepultamento. Já “Ratinha” e Edmilson ficaram presos para que a polícia pudesse apurar mais este homicídio registrado na cidade. (Diário do Pará)
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