Paulo Fernandes de Oliveira de 22 anos, Clenilson Farias Furtado de 19 anos e Manoel Guimarães Ramos de 23 anos uniam o “útil ao agradável”, trabalhando na confecção de caixas de madeiras para embalar frutas na Ceasa e ,ao mesmo tempo, vendiam drogas na localidade de Murinim, em Benevides, Região Metropolitana de Belém.
Uma denúncia ao capitão Wilson da ZPol de Benevides dava conta que viciados se amontoavam diariamente em uma fábrica de caixas de madeiras na rua Três de Outubro invasão Moacir Gerúndio, no Murinim, cobrando entorpecente.
Para a missão foi deslocada os soldados Prado e Cravo que utilizaram motocicletas para levantar o movimento na “boca de fumo”. De dentro de um matagal os policiais militares se certificaram que vários homens entravam e saiam do local alguns consumindo drogas.
“Nós abordamos um desses viciados que portava um papelote de cocaína e nos informou que tinha comprado de três elementos que trabalhavam na fábrica” disse o soldado Prado à delegada Luciene na Delegacia de Benfica para onde foram levados os indiciados.Feito o cerco e com apoio do capitão Wilson, os militares entraram no local e não tardaram em encontrar enterrado no chão uma caixa de madeira que ao ser aberta foram visualizados 71 “petecas” de pasta base de cocaína e três papelotes de haxixe.
Interrogados Paulo Fernandes de Oliveira, Clenilson Farias Furtado e Manoel Guimarães Ramos disseram que são trabalhadores da fábrica de caixas de madeiras e não sabiam a quem pertencia a droga encontrada pelos policiais militares. Paulo Fernandes disse ao DIÁRIO que tem um terreno no lado da fábrica onde muitos homens jogam bola e o material encontrado pode deve ser desses homens. Ele informou que nunca foi preso e nem é viciado em drogas e que estava no lugar e hora errada. (Diário do Pará)
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