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POLÍCIA

Presos os envolvidos na morte de detetive

Já estão presos Wilhames Coelho Simões e Jeffeson Pinheiro Farias, acusados de planejar e assassinar a tiro o detetive profissional Marco Antonio Barros Filomeno (30 anos) em março passado, no município de Marituba, região metropolitana de Belém. As inve

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Já estão presos Wilhames Coelho Simões e Jeffeson Pinheiro Farias, acusados de planejar e assassinar a tiro o detetive profissional Marco Antonio Barros Filomeno (30 anos) em março passado, no município de Marituba, região metropolitana de Belém.

As investigações da Polícia Civil e uma testemunha que teria presenciado o crime e reconhecido os acusados, foram cruciais para a prisão dos acusados em Marituba. A prisão foi feita na residência de cada acusado pelos policiais Flávio, Nilson, Márcio, André e Fácio, da Divisão de Homicídios.

Na época, dia 15, Wilhames teria atraído Marco para a rua Piçarreira, no bairro do Mirizal, com a promessa de receber uma dívida de R$ 200,00. A desculpa foi uma emboscada, que, segundo a polícia, o que aconteceu na noite do crime foi latrocínio, o alvo era o roubo da moto de Marco que Wilhames desejava.

Os policiais informaram que o mandante se dizia amigo da vítima e pretendia se apropriar da moto de Marco, tal motivo que teria levado à morte do detetive.

O comparsa, Jeffeson, apontado como o atirador, é conhecido como “Faísca”, já Wilhames teria participação de mandante, pois teria levado a vítima para o local do crime e avisado o comparsa, acompanhado de uma terceira pessoa envolvida.

Para a polícia, o motivo ainda é confuso, há suspeitas de crime passional, mas não há indícios de uma mulher envolvida no caso. Porém, ainda existem outras possibilidades que teriam levado Wilhames a planejar a morte do “amigo”. “A passionalidade é presente, mas cremos que a ganância e outros indícios teriam sido os motivos para o latrocínio. Uma delas era a amizade da vítima e o acusado, que estava abalada por algumas discussões e desentendimentos”, declarou Vicente Ferreira Gomes, delegado da Divisão de Homicídios (DH), que preside o inquérito.

“Além dos acusados, ainda falta ser preso o primo do mandante, que também teve envolvimento com o crime”.

Na DH, Wilhames diz “não ter nada a declarar” quanto ao crime. “Faísca” negou ter disparado o tiro da arma calibre 32 no detetive. Os dois rapazes foram autuados por latrocínio, quando mata para roubar.

A motocicleta de Marco, tão desejada por Wilhames, foi encontrada desmontada em uma residência em Marituba, aonde Jeffeson levou os policiais.

(Diário do Pará)

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