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POLÍCIA

Traficante vendia cocaína e dava maconha de brinde

A Polícia Civil de Castanhal, nordeste do Estado, prendeu em flagrante, na tarde de terça-feira (23), Antonia Marlene da Silva Costa, acusada de tráfico de drogas. Ela, que tem 29 anos, já foi presa outras vezes pelo mesmo crime. Foi numa área conhecida

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A Polícia Civil de Castanhal, nordeste do Estado, prendeu em flagrante, na tarde de terça-feira (23), Antonia Marlene da Silva Costa, acusada de tráfico de drogas. Ela, que tem 29 anos, já foi presa outras vezes pelo mesmo crime.

Foi numa área conhecida como beco do índio, que a polícia conseguiu prender Antonia Marlene. De acordo com o delegado Casemiro Beltrão, o local é conhecido pelo alto consumo de drogas. Há cerca de quinze dias os investigadores Monteiro, Nivaldo, Edilson e Azevedo, receberam uma denúncia que havia uma grande movimentação de traficantes. “Após investigar o famoso beco do índio, fizemos campana e demos o ‘bote’ certo na Marlene, fomos até sua residência e encontramos uma grande quantidade de droga”, disse o delegado.

Na casa de Antonia Marlene, a Polícia Civil encontrou uma grande quantidade de pasta de cocaína e maconha prontas para o consumo, assim como materiais que caracterizam o tráfico de drogas. Para a surpresa da equipe policial, a acusada confessou que mantia o tráfico com a confiança dos usuários. Antonia Marlene, vendia a pasta base de cocaína no valor de R$ 10 a R$ 15 e dava como brinde uma pequena porção de maconha aos usuários. A ação audaciosa era uma forma de concorrer diretamente com os outros traficantes e ganhar a freguesia da clientela. “Nós chamamos isso por trocar preto pelo branco. Foi um meio que ela encontrou de ganhar dinheiro e ter os usuários ao seu lado. Essa forma de traficar é considerada desleal pelos outros traficantes, mas ela comandava o beco do índio”, disse Casemiro Beltrão.

Segundo a Polícia Civil, Antonia Marlene já foi presa outras vezes por tráfico de drogas. Em poucos dias em liberdade voltou a comercializar entorpecentes. A acusada deu continuidade a vida perigosa deixada por seu marido, preso no Centro de Recuperação de Castanhal.

(Diário do Pará)

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