Confusão. Esse foi o cenário na rua onde um adolescente de 16 anos, foi assassinado com dois tiros na cabeça. Por volta das 21h30 de ontem, no Telégrafo, populares contam que dois homens, ainda não identificados, chegaram numa motocicleta à passagem São Pedro e cometeram o homicídio.
Familiares afirmam que o rapaz não era envolvido no mundo do crime. “Ele trabalhava numa oficina de motos, estudava e nunca soube de nenhuma rixa ou que ele andava com más companhias”, disse Nelson Ferreira, avô da vítima.
Muito abalado, o pai da vítima chegou até o local para reconhecer o filho quando foi abordado por um homem questionando a causa da morte do rapaz. Revoltado, o pai teria dado socos no rosto dele.
Os policiais civis, assim chegaram ao local, como de regra, pediram que os curiosos se afastassem, mas o pai se revoltou contra o delegado e o agrediu verbalmente. “Quero que o senhor, que é o ‘cara’, descubra quem matou meu filho. Esse é o seu dever”, reclamou.
A multidão que se formou em volta o apoiou com palmas.
BRIGA
A poucos metros de distância do local do crime, uma mulher, que teria problemas mentais, quase foi linchada por um grupo de mulheres. A briga teria começado porque a mulher seria uma remista fanática e foi defender o time quando outra quis criticá-lo. Ela, então, a teria empurrado. O grupo se revoltou com a atitude e partiu para cima da mulher, com socos e pontapés. A mulher agredida ficou muito machucada e com ferimentos na boca.
Policiais militares e civis que estavam perto não tomaram nenhuma atitude quanto à briga. Populares apartaram as mulheres. (Diário do Pará)
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